EMBALAGEM É A SUA MARCA



      Resultado de imagem
      Resultado de imagem
      Resultado de imagem
      Resultado de imagem
      Resultado de imagem
      Resultado de imagem
      Resultado de imagem
      Resultado de imagem
      Resultado de imagem


    Resultado de imagem

    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem

    Resultado de imagem


    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem
    Resultado de imagem


Ensina o Talmud, livro da Sabedoria Judaica (e os judeus, queiramos ou não,  SABEM DAS COISAS:

"COMA ABAIXO DE SUAS POSSES E VISTA-SE ACIMA DELAS".


         É natural que as empresas procurem apostar em novidades em tudo quanto empreendem, buscando a fidelização do consumidor. É preciso, por via óbvia, descobrir a vontade do freguês.

        O item EMBALAGEM é praticamente a "cereja do bolo" de um produto, qualquer que ele seja. A EMBALAGEM sob o ponto de vista abstrato, encerra uma MENSAGEM do próprio produto.

      E esse quesito já não depende só de ciência, mas principalmente de arte. E a verdadeira arte é aquela que fala sem abrir a boca.

     Tenho constatado, ultimamente, e até pretendo comentar com um amigo, JOSÉ VICENTE CAMPOS, especialista em marketing de ponta a ponta de qualquer produto, de agulha a aviões, o porquê de certas embalagens de certas empresas estão por fazer "difíceis as coisas fáceis", como me ensinava reiteradamente o meu amigo e Professor Padre Justino.

   Na maior parte das EMBALAGENS de produtos de consumo atual, e os protocolos não me permitem nomear empresas,  mas não raro (e não são poucas) - de lata, de plástico ou de papel, até mesmo naqueles sachês de temperos de ketchup, sempre exige aquele indesejado esforço a qualquer usuário.

  Apresentam-se de custosa abertura, à feição daquelas casadoiras intactas em idade provecta, com hímen com textura de aço.  

   Oras, em pleno Século XXI, já raiado e indo para 16 anos de terceiro milênio, não custa confiar esse planejamento a equipe chefiada por profissionais realmente conhecedores da psicologia do consumidor, sempre exigência da eficácia e prazer no que escolhe. 
   JOSÉ VICENTE CAMPOS é um consultor tão conhecido, que me abstenho de aqui colocar o endereço eletrônico e profissional dele. 

 É uma  sumidade nesse assunto, que interessa, obviamente, a grandes empresas. Basta bater em qualquer chamada de BUSCAS para  esse nome e estabelecer contato.

   Lembre-se sempre deste provérbio que ressoa marketing:

Resultado de imagem para embalagens
"EM ALGUMAS  VEZES, O PRÓPRIO MAPA DA MINA É  O TESOURO PROCURADO."

BOM 2116. BOM, NADA. ÓTIMO. VAMOS APRENDER A ESCREVER CRI$E ASSIM. 
ISSO MESMO: $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

  




FALTA DE SAÚDE NO BRASIL

      Há algum tempo, li entrevista de um mega-empresário do ramo de Plano de Saúde. Os convênios, ao chegarem ao Brasil, como empreendimentos logo se agigantaram. E o povo, mesmo os do andar de cima, aqueles mais aquinhoados, acreditam em milagres, Papai Noel e  Coelhinho da Páscoa que, incrivelmente, não sendo ave bota ovos. E melhor que os ovos da galinha, pois são de chocolate.

    Antes de criticar o estado de saúde, por sinal, preocupante do País, havemos de estabelecer, como raciocínio fundamental, ser realmente muito complexa essa questão. Não podemos nos arvorar em simplismos de raciocínio, pois se trata, em muitos casos, de situação de vida ou morte.

   Bem ou mal, o SUDS tem feito a sua parte. Ainda que surrealista em termos de remuneração de profissionais, é um projeto amplo. Atende 75% da população. Mais ou menos coincidindo com as classes mais desprovidas de recursos, incursas em faixas salariais mais modestas, e que, infelizmente, se constitui na maioria dos brasileiros e suas famílias.

   O SUDS é um programa estatal gigantesco, cuja conta o povo paga com impostos, e pobre sempre paga mais impostos, mas a remuneração do pessoal da saúde não está entre as mais justas. O pagamento aos hospitais é irrisório. É preciso fazer mágicas, mas nem sempre o coelho sai da cartola para completar as carências de medicamentos, serviços de laboratório, internações etc. etc.
 
  É um problema que se empurra com a barriga. E quer me parecer que essas deficiências, por falta de recursos, já se tornou aceitável, tida como mal crônico. Pior, talvez, pois a toar com a palavra remédio, vai se remediando a questão da saúde de forma cada vez mais precária.

  Contando-me entre os mais antigos, nos tempos áureos do café como commoditie soberana, nas regiões do interior eram constantes as doações de fazendeiros. E até havia uma emulação de quem daria mais para a Santa Casa. Melhor para os doentes. Melhor para as cidades.

  Verdade seja dita que os avanços da medicina, mormente em termos de vacinação, o governo tem cumprido com sua parte. Obviamente, pelas diversidades regionais, é compreensível que ainda existam áreas críticas. Embora o Sudeste conte com mais recursos, há também mais pacientes a se atender. Há, obviamente, mais médicos, porque a renda per capita motiva a montagem de consultórios e clínicas particulares.

  Os Planos de Saúde, voltando àquela tecla inicial, sugeriu à classe média um "ovo de Colombo" em termos de poder se tratar, fazer "n" exames a um custo mais adequado à sua renda, pois saúde particular custa muito caro no Brasil. Aliás, em qualquer lugar do mundo, pois envolve pesquisas, estudos atualizados, avanços na ciência médica e correlatas etc.

 A princípio, os Planos de Saúde até gozaram da propaganda mais eficaz que se conhece: "o boca a boca". Parentes e amigos sugeriam a amigos e parentes que seria uma loucura não inscrever-se num convênio. Não raro, uma enfermidade pode levar à ruína financeira, tais os custos envolvidos, afirmava-se.

  Não demorou muito e os convênios, sujeitos às leis de mercado (como não poderia deixar de ser), começaram a emagrecer suas propostas. A restringir atendimento a determinados pacientes portadores de determinadas doenças. Mas ainda se tratava de um bom negócio, pois bem ou mal se podia consultar à vontade.

  De repente, o mercado em sua objetividade, da parte das empresas de convênio médico, passaram também a reduzir o valor do pagamento por consulta, hoje chegando a R$60,00. Claro que a coisa já começou a se complicar: médicos passaram a reduzir a quantidade de pacientes atendidos, resultando em esperas intermináveis. De até 3 a 4 meses, dependendo da especialidade.

  Como se não bastasse, assim que possível, os ditos especialistas o mais que fizeram e fazem é montar seus consultórios particulares.  Os preços de consultas particulares, fatalmente são maiores e ao alcance de menor número de pessoas.

 Hoje, segundo a Agência Nacional de Saúde, num país com 201 milhões de habitantes, constata que o número de clientes atendidos pelos de saúde monta a 50,5 milhões, e as reclamações se sucedem. O marketing, a propaganda gratuita e eficiente do "boca a boca" hoje se virou contra os planos de saúde, pois milagres em saúde só iremos encontrar nas histórias bíblicas.

   Continua no próximo bloco, pois é um assunto que desafia soluções, mas como todo problema, certamente, mercê de seriedade e boa vontade, com eficiência de gestão e um enfoque multidisciplinar sobre item da mais alta relevância, pode se administrar com melhores resultados.

NATAL 2 EM VIUVEZ

Antes de aqui respingar as primeiras letras, neste Diário de Natal n.o 2, em que repasso o tempo de convívio com TONINHA, esposa mais do que querida, examino-me para o máximo de transparência, a fim de não me enroscar no lugar comum, dos tantos lugares comuns em que se incluem os que ousam ferir este delicado assunto.

     Ela era um sol na casa e ao derredor. O manacá plantado defronte ao portão. As flores que pareciam nascer por obra de um milagre. Não só as "marias-sem-vergonha", que bordejavam a nossa calçada ou o pequeno jardim ao fundo.

     Dia 4 de janeiro de 2016 completaríamos 30 anos de vida em comum e incomum. Posso me dispensar do uso do verbo no tempo condicional. Pois ela vive e convive aqui nesta casa, de forma invisível mas tão presente quanto visível estivesse.

    A rigor, seu declínio teve início a 13 de setembro de 2013, quando lhe sobreveio o que um neurologista definiu como AVC. A partir de então se demarcou um tempo diferente, mas ela era sempre tão a mesma, que insistia em ser a mesma "Tó" de sempre.

    De bom humor constante. De ombro largo, mesmo enferma até 8 de junho do fatídico ano de 2014, ainda amparava os desesperançados da vida, os revoltados com a sorte, os murmuradores contra a existência.

   Não assimilou a enfermidade. Reverberou a fé em frequência assídua de novenas e orações. Não maldisse, sequer por um segundo, os rigores dos males que se lhe achegaram. E sobrevieram cada vez mais importunos.

  Emagreceu mais que o dobro do peso. Pouco ou quase nada se alimentava, ainda que a tal se forçasse para se manter em pé, na luta da existência que comigo até então partilhara.

   Assim caminhamos sobre espinhos de apreensões constantes. Principalmente de minha parte. Às vezes no trabalho o telefone ou o celular tocava e eu estremecia. Sempre a secretária Luciana a me intimar para vir para casa que "Dona Toninha está muito mal".

   Não desfiarei os detalhes de seu calvário. Em resumo, só menciono que em 1 de junho, o médico Xavier II me chamou para informar:

 "Para usar de franqueza, sua esposa vai ser encaminhada para Ourinhos, mas não posso lhe oferecer qualquer expectativa de retorno. Está com um câncer do tamanho de um rim."

  Reconheci no jovem médico uma sinceridade comovente, mas nem por isso menos impactante. Naquela mesma noite, estando em casa para descansar um pouco, minha filha Dora telefonou-me para dizer: "Foi aberta a vaga para a Toninha no Hospital de Ourinhos, e ela quer falar com o senhor."

   Ciente que estava da dificuldade em se obter a vaga, mas já com os dizeres taxativos do médico , não avalio agora se me senti sequer mais aliviado pela notícia de obtenção de uma UTI, ou pela apreensão a enfrentar por aquela morte anunciada.

   Suas últimas palavras, pelo telefone, em tudo conspiravam para afirmar que era a mesma Toninha de sempre, a falar comigo, do jeito que era só seu, da entonação segura que era só dela. 

   Ao me dispor ir até o hospital para dela me despedir, soam-me claras na memória, quase ipsi letera a última mensagem que dela guardo, com saudade e ao mesmo tempo, com admiração e carinho.

   Ela assim expôs sobre a inconveniência de minha ida à Santa Casa para me despedir em sua ida para centro médico mais aparelhado:

   "Não precisa vir não. Estou de saída e, por sinal, no 192, o carro do SAMU.  O veículo e os profissionais, por conta de ser medicina de urgência, certamente precisam sair de imediato, e eu não gostaria de que por minha causa deixasse de ser atendido a alguma vítima de acidente. Pode ficar tranquilo. Descanse. Voltarei logo e tudo ficará bem."

    Não foi assim, na verdade. Dia 8 de junho, 6:30 h da manhã, me liga um concunhado e informa : "Antônia faleceu".

    A partir daí a vida virou no avesso. Avisei ao filho Gabriel, à filha (que dela era apenas de criação) e de repente, de bem casado me sobreveio a taxação indesejada de viúvo.

    Não me fiz de vítima, mas são insípidos os dias e saudade, essa palavra mágica, é insuficiente para traduzir em plenitude o sentimento deste vazio impreenchível. 

     Neste Natal de 2015, o 2º sem aquela que foi a complementação de todos os meus momentos - que com ela mesmo de infelizes passavam sempre a felizes, aqui estou aberto ao mundo, para silenciosamente comungar com todos quantos compartilhem a dor de uma ausência tão irreparável.

      Bom Natal a cada um dos leitores. Um Feliz Ano Novo aos que persistirem em acreditar que a vida não se acaba por aqui, e que o Criador não está ausente da Alma de ninguém neste ou em outros mundos.

Namastê. Não se pode dizer que uma pessoa morreu, quando, na verdade, deixou de viver para a Terra e nasceu a passou a viver na Eternidade. Um dia nos reencontraremos, sem esses hiatos inexplicáveis. Acima de tudo, como você dizia, querida Tó, "é para a frente que se anda." 
 

    

SOL E ESTRELA





Este poema em mp.3, no link abaixo, foi apresentado num concurso de literatura da Venezuela, de crônicas e poesias.

http://encontrarte.aporrea.org/media/23/Geraldogeneroso.mp3

é só copiar o link em seu navegador.




Grato,
Geraldo Generoso

PEDRADAS POÉTICAS


Ah, se  de fato fôssemos poetas,
Com poder de antever o quanto farto

Nos fazemos nesta nossa dor pós-parto,
Em caminhadas pouco retas !!!

Assaltado por mágoas indiscretas
No ermo solitário deste quarto
Vivo, talvez, de todos os poetas
Um profundo pesar que não disfarço.

Quando inútil se faz o conformar-se;
Não mais compense disfarçar na face
O sorriso perdido no Universo:

Resta buscar somente o eterno nada,,
Não sem antes lascar a última pedrada
De poeta a atirar apenas versos.

O MITO DA LIBERDADE




 Com muita propriedade, escreveu Emil Kaluf, em na peça, Monólogo de um rapaz de 20 anos, que retrata um paralelo muito fiel, do Filho Pródigo bíblico, história contada no Novo Testamento, e um jovem dos tempos mais atuais, mas que vale como parábola das mais aplaudidas, sempre que apresentadas por ator que viva o personagem na própria carne. Assim representava o meu saudoso amigo Pedro Antônio, daqui de Ipausus.

Bem, Emil Kalu, entre outras coisas, leva o Filho Pródigo a concluir que "LIVRES, SÓ AS COISAS O SÃO". Já se disse algures, também que "muitos e muitos crimes são cometidos em nome da liberdade".

Ao analisarmos a vida humana, descobrimos que nada nem ninguém consegue sobreviver isolado. Por mais que cada qual se considere único, até pela etmologia da palavra INDIVÍDUO, não há como bater no peito e confirmar essa impressão.

 Somos todos dependentes, limitados por circunstâncias de tempo e espaço e muito pouco, mas muito pouco mesmo, conseguimos fazer de nossa vida um voo livre pelo tempo que nos é dado viver neste mundo.

Não se é livre nem para se escolher a própria liberdade, sem que ela envolva custos significativos. Para se chegar aonde se quer, há preço a ser pago, e não há como regatear. 

Havemos de pagar com juros e correção cada sonho que compramos para o nosso coração. E mesmo os objetivos e ideais escolhidos, jamais são de pristina pureza em sua origem. 

Sempre somos influenciados a escolher entre "A" ou "B" ou "C" diante dos balcões da vida o que desejamos levar para casa. O livre arbítrio, onde se fundam algumas doutrinas modernas, é de extrema e frágil sustentabilidade.

Somos todos movidos por forças instintivas, genéticas, ambientais e por um sem-número de fatores que nunca chegaremos a avaliar em sua totalidade.

De minha parte, a esta altura sexagenária da vida, para lograr um bem-estar relativo, procuro, o mais que posso, escutar o que a Natureza de mim requer, em termos palpáveis e impalpáveis. Nem sempre ela é cordial e materna, mas é sempre sábia e, ao fim e ao cabo, concluo que vale a pena interagir com os ditames naturais e não querer ser mais realista do que o rei.

CONFIANÇA NA REDE ETERNA





Por qualquer lugar que se ande na Terra, sempre estamos

 sobre um semicírculo, réplica de um grande circo.

 Como trapezista desse macro-espetáculo, devemos

 sempre 

acertar o salto de um trapézio a outro.

Mas se falharmos, a Rede de Proteção Divina jamais nos 

desamparará. 

Tenho mais errado do que acertado, 


mas essa Rede nunca falhou em me acolher

CALOTES SOBRE OS MORTOS

                                                   CALOTE SOBRE OS MORTOS

     A esta altura da vida, como escreveu  Machado de Assis, "à medida que envelheço, não ouso quanto quero mas tanto quanto posso." Assim é que trago aos meus blogleitores, cópia que enviei a um jornal paulista, de circulação nacional, sobre o desapontamento que me causou uma seguradora, de renome e de conceito que eu supunha inabalável.

      A alegação de "doença preexistente" é um texto padrão, com cópia na Ouvidoria da seguradora, até com erros de repetição, como podem conferir e que, a partir daí, os lucros só se vão somando na medida desses calotes permitidos, já que o sistema financeiro neste País é o dominante. 


    Assim,  ouvi, certa vez, num discurso de Almino Affonso, recém-vindo do exílio, que a arquitetura marca a história econômica, o predomínio de cada ramo de atividade. Na Idade Média eram as catedrais e os Castelos, a ressaltar o poder do clero e dos senhores feudais


. Com a Revolução Industrial grande parte dos terrenos urbanos se fizeram ocupados por grandes parques fabris. . E eis que, vindo para ficar por mais tempo ou pelo tempo todo, aí estão os bancos, seguradoras, financeiras e tudo quanto se resume na casta de investidores, useiros do dinheiro dos outros em partes que somam o seu todo-poderoso status. 

Eis o resumo da situação vergonhosa e injusta a que estamos expostos por conta da omissão de legisladores e do Poder executivo, tudo financiado com o poder dos Grandes Grupos Financeiros, estatais e privados.


Assunto:  Geraldo Peres Generoso  reclama contra negação de Pagamento de seguro, por falecimento de esposa  Antonia Carrero Grandini.
Histórico: Faleceu a segurada em data de 8 de junho de 2014. Em menos de um mês, todos os documentos solicitados foram entregues e veio uma resposta da SEGURADORA BB – COMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DO BRASIL, CNPJ 28.196.889/0001-43, sita na Av. Nações Unidas, 11.711, São Paulo. CEP 04578-000. Correio Eletrônico aliança@aliancadobrasil.com.br . Essa Seguradora parece presumir ter a não só pré-ciência como pós ciência das pessoas que estão doentes para morrer ou não. Será que chegamos ao ponto de as seguradores decidirem por nossas vidas ou mortes? Ou será que não há que ter uma disciplina, em que a pessoa sobre quem se vai fazer o seguro passe por um exame médico? Oras, nada disso nos foi requerido, já que o Banco exige cumprimento de metas de seus funcionários, de forma até vexatória e, ao final, deixa os funcionários, as agências, os gerentes, todo o pessoal de tal banco desacreditado da fé  pública. 


RESPONSÁVEL PELO PLEITO:
GERALDO PERES GENEROSO – RG 5 013.009 SP
Jornalista profissional Mttb. 33788 –
Rua Luiz Biaggioni, 45 – 18950 -000
Ipaussu – SP  CEP 18950-000
Fones : Vivo Fixo: 14. 3344.1260
Vivo Móvel : 14. 99645.3542
Tim Móvel :  14. 9 8116.4154

Resposta - Protocolo GOR Ouvidoria nº 973881 - ANTONIA CARRERO GRANDINI 
Seguros
x
https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/profile_mask2.png
respostaouvidoria <respostaouvidoria@bbmapfre.com.br>
11 de jun
https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif
https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif
https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif
para mim
https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif
Ref. Protocolo GOR Ouvidoria nº 973881

Seguro: OUROVIDA GARANTIA
Proposta BB nº: 4023988
Sinistro AB nº: 77201425981

Seguro: BB Seguro Crédito Protegido (Estoque)
Proposta BB nº: 18746663
Sinistro AB nº: 77201425980

Seguro: BB Seguro Crédito Protegido
Proposta BB nº: 18449565
Sinistro AB nº: 77201425979

Sr. Geraldo,
Informamos que, mantemos a negativa encaminhada pela área de sinistro uma vez que o óbito da segurada foi em decorrência de doença pré-existente, não informada quando da contratação do seguro.
Assim sendo, o senhor perdeu o direito a indenização de acordo de acordo com as condições do seguro contratado e artigo 766 do Código Civil.
Agradecemos o seu contato e informamos o encerramento da presente manifestação.

Atenciosamente,

Ouvidoria





A CRISE NÃO TEM 7 CABEÇAS



Qual crise resiste a um Pôr de Sol da cidade de Ipaussu, Estado de São Paulo, Brasil. Esta jovem que completou 100 anos na última primavera? 
 (Foto de Vitório Paiva Maístro, diretor do Jornal O COMETA IPAUSSU,  que correu e continua a correr mundo à fora.





Oi, AILSON, do Blog DIGESTIVO CULTURAL

. Não havia dado conta de vc ter me inquirido sobre a crise. Ao ler posicionamento dos colegas, foi possível abrir a mente em leque e, como tudo na no Universo, pesar os prós e os contras. O desafio da crise está na exata medida da capacidade criativa de cada um, E há abundância de provérbios, que a experiência confirma não se tratar de meros panos mornos ou consolações vazias. Tais como: "Não há mal que para o  bem não venha". "

Nada há de ruim que não possa se tornar pior". Quer dizer, por mal que esteja não é o fim do túnel sem luz. Em termos de marketing há aquela surrada expressão: "Quanto mais gente chorar maior será o lucro dos vendedores de lenço" kkkkk.. Ouvi m conhecido empresário de minha cidade, Jair Dalio, também pensador e escritor uma frase terminante e que ele esculpiu com crédito de direito autoral : "Todos os males vem para o nosso Bem, sem exceção".


      Mercadologicamente falando, tenho observado que se o dinheiro escasseia para os assalariados e de pequena renda, mais ainda se acentua essa carência nos mais abastados, que movimentam mais dinheiro e acostumam com notas a fazer cócegas nas mãos. No que resulta isso? Os preços caem invariavelmente. O consumidor tem mais força na hora de pechinchar e o mercado - de modo geral - se vê obrigado a baixar a bola, isto é, os preços. Claro que essa relatividade não é cômoda, mas que ela existe é inegável. 


      Outro item fundamental para a economia é que as pessoas podam certos luxos; conscientizam-se da necessidade imprescindível de segurar as rédeas do consumo. 


Pois existem pessoas consumistas ao extremo, e essas bordoadas na cabeça (no boloso...kkk) acabam por torná-las menos ambiciosas, menos afoitas a gastar o dinheiro para o necessário ao dia seguinte, ao mês seguinte, aos anos seguintes. Menos carro, menos poluição e, arre! - até diminuição de acidentes automobilísticos, de baladas que amanhecem e por aí vai. 

Vou parar por aqui, Borges (invejo seu sobrenome por evocar aquele gigante argentino Jorge Luís Borges), pois se soltar as rédeas do cavalo de minha imaginação (o pégaso que venho domando há 50 anos) vou acabar escrevendo um livro e, pelo que parece, não contará com muitos leitores.


 Concluo, de modo subjetivo mas calcado na mais palpável evidência: a crise não me assusta. No meu jardim as flores estão viçosas; as hortaliças estão ciosas de alimentar-me, à família e aos meus raros visitantes, aqui em meu recanto na cidade de Ipaussu. Viva a vida. A Natureza, apesar do desastre do Rio Doce e da lama que corre pela política brasileira, está a cumprir sua parte. Vamos em frente. Se não há emprego, procuremos ocupação; se o dinheiro está fugindo, vamos correr atrás dele. Se a morte não chegar, a hora de viver ainda não se encerrou.

A MAIS DOLOROSA DAS ILUSÕES

     


Enquanto nos demoramos na experiência terrena, da qual podemos, todos nós, sentir nossas desditas, em grande ou pequena proporção, insiste-nos a se apresentar uma falsa sensação de que Deus está ausente.

Oras, para conforto dos mais aflitos, a certeza que impera - de geração a geração, desde o alvorecer do mundo, deste e de todos os mundos, dos bilhões de planetas que ele mantém o curso, em nenhum átimo (que é menor do que um segundo do relógio) Deus pode estar ausente de nossa vida. Até porque ELE É A NOSSA PRÓPRIA VIDA.

Somos de Sua genealogia, e ensinou-nos o Mestre dos Mestres, em palavras claras, alto e bom som, que SOMOS DEUSES. 

Ocorre que essa Ilusão, essa Mentira de que Deus está ausente, às vezes nos vergasta, nos aterroriza, nos aflige e, se possível fosse, nos retiraria da condição eterna de que somos feitos.

E o difícil é que acreditar que estamos órfãos - Ó que loucura sermos órfãos de um Pai que é Eterno -, muitas vezes nos dói tanto quanto se isso pudesse ser verdade.

Pense nisto, você que agora me lê e está aflito por algum motivo, porque nós estamos nesta pista de provas e temos que seguir avante até o encontro com Nosso Pai, de quem Jesus nos prometeu que "lá existem muitas moradas". 

Mas não precisamos passar pela imersão na espiritualidade pura para sentirmos que Deus está aqui. Está na Flor, no pássaro, em qualquer forma de vida. Mais perto do que mãos e pés. Mais perto de nós do que o nosso próprio fôlego.

Vamos, pois, sempre entoar esse tríduo dos atributos divinos: DEUS É ONIPOTENTE, ONISCIENTE E ONIPRESENTE. 

TATUAGEM DE LEMBRANÇAS DA ALMA


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...