PEDRADAS POÉTICAS


Ah, se  de fato fôssemos poetas,
Com poder de antever o quanto farto

Nos fazemos nesta nossa dor pós-parto,
Em caminhadas pouco retas !!!

Assaltado por mágoas indiscretas
No ermo solitário deste quarto
Vivo, talvez, de todos os poetas
Um profundo pesar que não disfarço.

Quando inútil se faz o conformar-se;
Não mais compense disfarçar na face
O sorriso perdido no Universo:

Resta buscar somente o eterno nada,,
Não sem antes lascar a última pedrada
De poeta a atirar apenas versos.

O MITO DA LIBERDADE




 Com muita propriedade, escreveu Emil Kaluf, em na peça, Monólogo de um rapaz de 20 anos, que retrata um paralelo muito fiel, do Filho Pródigo bíblico, história contada no Novo Testamento, e um jovem dos tempos mais atuais, mas que vale como parábola das mais aplaudidas, sempre que apresentadas por ator que viva o personagem na própria carne. Assim representava o meu saudoso amigo Pedro Antônio, daqui de Ipausus.

Bem, Emil Kalu, entre outras coisas, leva o Filho Pródigo a concluir que "LIVRES, SÓ AS COISAS O SÃO". Já se disse algures, também que "muitos e muitos crimes são cometidos em nome da liberdade".

Ao analisarmos a vida humana, descobrimos que nada nem ninguém consegue sobreviver isolado. Por mais que cada qual se considere único, até pela etmologia da palavra INDIVÍDUO, não há como bater no peito e confirmar essa impressão.

 Somos todos dependentes, limitados por circunstâncias de tempo e espaço e muito pouco, mas muito pouco mesmo, conseguimos fazer de nossa vida um voo livre pelo tempo que nos é dado viver neste mundo.

Não se é livre nem para se escolher a própria liberdade, sem que ela envolva custos significativos. Para se chegar aonde se quer, há preço a ser pago, e não há como regatear. 

Havemos de pagar com juros e correção cada sonho que compramos para o nosso coração. E mesmo os objetivos e ideais escolhidos, jamais são de pristina pureza em sua origem. 

Sempre somos influenciados a escolher entre "A" ou "B" ou "C" diante dos balcões da vida o que desejamos levar para casa. O livre arbítrio, onde se fundam algumas doutrinas modernas, é de extrema e frágil sustentabilidade.

Somos todos movidos por forças instintivas, genéticas, ambientais e por um sem-número de fatores que nunca chegaremos a avaliar em sua totalidade.

De minha parte, a esta altura sexagenária da vida, para lograr um bem-estar relativo, procuro, o mais que posso, escutar o que a Natureza de mim requer, em termos palpáveis e impalpáveis. Nem sempre ela é cordial e materna, mas é sempre sábia e, ao fim e ao cabo, concluo que vale a pena interagir com os ditames naturais e não querer ser mais realista do que o rei.

CONFIANÇA NA REDE ETERNA





Por qualquer lugar que se ande na Terra, sempre estamos

 sobre um semicírculo, réplica de um grande circo.

 Como trapezista desse macro-espetáculo, devemos

 sempre 

acertar o salto de um trapézio a outro.

Mas se falharmos, a Rede de Proteção Divina jamais nos 

desamparará. 

Tenho mais errado do que acertado, 


mas essa Rede nunca falhou em me acolher

CALOTES SOBRE OS MORTOS

                                                   CALOTE SOBRE OS MORTOS

     A esta altura da vida, como escreveu  Machado de Assis, "à medida que envelheço, não ouso quanto quero mas tanto quanto posso." Assim é que trago aos meus blogleitores, cópia que enviei a um jornal paulista, de circulação nacional, sobre o desapontamento que me causou uma seguradora, de renome e de conceito que eu supunha inabalável.

      A alegação de "doença preexistente" é um texto padrão, com cópia na Ouvidoria da seguradora, até com erros de repetição, como podem conferir e que, a partir daí, os lucros só se vão somando na medida desses calotes permitidos, já que o sistema financeiro neste País é o dominante. 


    Assim,  ouvi, certa vez, num discurso de Almino Affonso, recém-vindo do exílio, que a arquitetura marca a história econômica, o predomínio de cada ramo de atividade. Na Idade Média eram as catedrais e os Castelos, a ressaltar o poder do clero e dos senhores feudais


. Com a Revolução Industrial grande parte dos terrenos urbanos se fizeram ocupados por grandes parques fabris. . E eis que, vindo para ficar por mais tempo ou pelo tempo todo, aí estão os bancos, seguradoras, financeiras e tudo quanto se resume na casta de investidores, useiros do dinheiro dos outros em partes que somam o seu todo-poderoso status. 

Eis o resumo da situação vergonhosa e injusta a que estamos expostos por conta da omissão de legisladores e do Poder executivo, tudo financiado com o poder dos Grandes Grupos Financeiros, estatais e privados.


Assunto:  Geraldo Peres Generoso  reclama contra negação de Pagamento de seguro, por falecimento de esposa  Antonia Carrero Grandini.
Histórico: Faleceu a segurada em data de 8 de junho de 2014. Em menos de um mês, todos os documentos solicitados foram entregues e veio uma resposta da SEGURADORA BB – COMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DO BRASIL, CNPJ 28.196.889/0001-43, sita na Av. Nações Unidas, 11.711, São Paulo. CEP 04578-000. Correio Eletrônico aliança@aliancadobrasil.com.br . Essa Seguradora parece presumir ter a não só pré-ciência como pós ciência das pessoas que estão doentes para morrer ou não. Será que chegamos ao ponto de as seguradores decidirem por nossas vidas ou mortes? Ou será que não há que ter uma disciplina, em que a pessoa sobre quem se vai fazer o seguro passe por um exame médico? Oras, nada disso nos foi requerido, já que o Banco exige cumprimento de metas de seus funcionários, de forma até vexatória e, ao final, deixa os funcionários, as agências, os gerentes, todo o pessoal de tal banco desacreditado da fé  pública. 


RESPONSÁVEL PELO PLEITO:
GERALDO PERES GENEROSO – RG 5 013.009 SP
Jornalista profissional Mttb. 33788 –
Rua Luiz Biaggioni, 45 – 18950 -000
Ipaussu – SP  CEP 18950-000
Fones : Vivo Fixo: 14. 3344.1260
Vivo Móvel : 14. 99645.3542
Tim Móvel :  14. 9 8116.4154

Resposta - Protocolo GOR Ouvidoria nº 973881 - ANTONIA CARRERO GRANDINI 
Seguros
x
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respostaouvidoria <respostaouvidoria@bbmapfre.com.br>
11 de jun
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para mim
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Ref. Protocolo GOR Ouvidoria nº 973881

Seguro: OUROVIDA GARANTIA
Proposta BB nº: 4023988
Sinistro AB nº: 77201425981

Seguro: BB Seguro Crédito Protegido (Estoque)
Proposta BB nº: 18746663
Sinistro AB nº: 77201425980

Seguro: BB Seguro Crédito Protegido
Proposta BB nº: 18449565
Sinistro AB nº: 77201425979

Sr. Geraldo,
Informamos que, mantemos a negativa encaminhada pela área de sinistro uma vez que o óbito da segurada foi em decorrência de doença pré-existente, não informada quando da contratação do seguro.
Assim sendo, o senhor perdeu o direito a indenização de acordo de acordo com as condições do seguro contratado e artigo 766 do Código Civil.
Agradecemos o seu contato e informamos o encerramento da presente manifestação.

Atenciosamente,

Ouvidoria





A CRISE NÃO TEM 7 CABEÇAS



Qual crise resiste a um Pôr de Sol da cidade de Ipaussu, Estado de São Paulo, Brasil. Esta jovem que completou 100 anos na última primavera? 
 (Foto de Vitório Paiva Maístro, diretor do Jornal O COMETA IPAUSSU,  que correu e continua a correr mundo à fora.





Oi, AILSON, do Blog DIGESTIVO CULTURAL

. Não havia dado conta de vc ter me inquirido sobre a crise. Ao ler posicionamento dos colegas, foi possível abrir a mente em leque e, como tudo na no Universo, pesar os prós e os contras. O desafio da crise está na exata medida da capacidade criativa de cada um, E há abundância de provérbios, que a experiência confirma não se tratar de meros panos mornos ou consolações vazias. Tais como: "Não há mal que para o  bem não venha". "

Nada há de ruim que não possa se tornar pior". Quer dizer, por mal que esteja não é o fim do túnel sem luz. Em termos de marketing há aquela surrada expressão: "Quanto mais gente chorar maior será o lucro dos vendedores de lenço" kkkkk.. Ouvi m conhecido empresário de minha cidade, Jair Dalio, também pensador e escritor uma frase terminante e que ele esculpiu com crédito de direito autoral : "Todos os males vem para o nosso Bem, sem exceção".


      Mercadologicamente falando, tenho observado que se o dinheiro escasseia para os assalariados e de pequena renda, mais ainda se acentua essa carência nos mais abastados, que movimentam mais dinheiro e acostumam com notas a fazer cócegas nas mãos. No que resulta isso? Os preços caem invariavelmente. O consumidor tem mais força na hora de pechinchar e o mercado - de modo geral - se vê obrigado a baixar a bola, isto é, os preços. Claro que essa relatividade não é cômoda, mas que ela existe é inegável. 


      Outro item fundamental para a economia é que as pessoas podam certos luxos; conscientizam-se da necessidade imprescindível de segurar as rédeas do consumo. 


Pois existem pessoas consumistas ao extremo, e essas bordoadas na cabeça (no boloso...kkk) acabam por torná-las menos ambiciosas, menos afoitas a gastar o dinheiro para o necessário ao dia seguinte, ao mês seguinte, aos anos seguintes. Menos carro, menos poluição e, arre! - até diminuição de acidentes automobilísticos, de baladas que amanhecem e por aí vai. 

Vou parar por aqui, Borges (invejo seu sobrenome por evocar aquele gigante argentino Jorge Luís Borges), pois se soltar as rédeas do cavalo de minha imaginação (o pégaso que venho domando há 50 anos) vou acabar escrevendo um livro e, pelo que parece, não contará com muitos leitores.


 Concluo, de modo subjetivo mas calcado na mais palpável evidência: a crise não me assusta. No meu jardim as flores estão viçosas; as hortaliças estão ciosas de alimentar-me, à família e aos meus raros visitantes, aqui em meu recanto na cidade de Ipaussu. Viva a vida. A Natureza, apesar do desastre do Rio Doce e da lama que corre pela política brasileira, está a cumprir sua parte. Vamos em frente. Se não há emprego, procuremos ocupação; se o dinheiro está fugindo, vamos correr atrás dele. Se a morte não chegar, a hora de viver ainda não se encerrou.

A MAIS DOLOROSA DAS ILUSÕES

     


Enquanto nos demoramos na experiência terrena, da qual podemos, todos nós, sentir nossas desditas, em grande ou pequena proporção, insiste-nos a se apresentar uma falsa sensação de que Deus está ausente.

Oras, para conforto dos mais aflitos, a certeza que impera - de geração a geração, desde o alvorecer do mundo, deste e de todos os mundos, dos bilhões de planetas que ele mantém o curso, em nenhum átimo (que é menor do que um segundo do relógio) Deus pode estar ausente de nossa vida. Até porque ELE É A NOSSA PRÓPRIA VIDA.

Somos de Sua genealogia, e ensinou-nos o Mestre dos Mestres, em palavras claras, alto e bom som, que SOMOS DEUSES. 

Ocorre que essa Ilusão, essa Mentira de que Deus está ausente, às vezes nos vergasta, nos aterroriza, nos aflige e, se possível fosse, nos retiraria da condição eterna de que somos feitos.

E o difícil é que acreditar que estamos órfãos - Ó que loucura sermos órfãos de um Pai que é Eterno -, muitas vezes nos dói tanto quanto se isso pudesse ser verdade.

Pense nisto, você que agora me lê e está aflito por algum motivo, porque nós estamos nesta pista de provas e temos que seguir avante até o encontro com Nosso Pai, de quem Jesus nos prometeu que "lá existem muitas moradas". 

Mas não precisamos passar pela imersão na espiritualidade pura para sentirmos que Deus está aqui. Está na Flor, no pássaro, em qualquer forma de vida. Mais perto do que mãos e pés. Mais perto de nós do que o nosso próprio fôlego.

Vamos, pois, sempre entoar esse tríduo dos atributos divinos: DEUS É ONIPOTENTE, ONISCIENTE E ONIPRESENTE. 

TATUAGEM DE LEMBRANÇAS DA ALMA


SORTE GRANDE E SORTE INFINITA


  1. A FILA É  PEQUENA PARA A SORTE ETERNA
               É o bastante passar, numa rua qualquer,  onde haja uma Agência Lotérica, para avaliar, numa sondagem, ainda que superficial, quais os valores eletivos da maioria das pessoas. A expectativa de  mudar o destino, mudar de lugar, de classe  social,do  mundo,de tudo, enfim, para transmigrar-se de si mesmo. Deixar esse eu de tantas desditas pelo milagre de montanha de cédulas de dinheiro, capaz de comprar, em certos casos, a fama, a honra e até o Amor, se a tal  fosse possível.

                   Possivelmente, ao impacto da constatação de que os números da Mega Sena coincidem com os da aposta, o abalo é inevitável.  O coração dá pulos, os pensamentos se entremeiam numa teia caótica. Tudo passa a ser diferente de uma hora para outra como se a ordem natural das coisas, e da vida do felizardo sofresse uma revolução por inteiro. Sobrevém esse gosto pelo anseio incontido de Ter. Até se diz, com sabedoria, que "cansamos de comer, cansamos de beber, cansamos de amar, só não nos cansamos de Ter. "

                      Proporcionalmente a cada individuo - uns mais querentes pelo ter outros, menos, o certo é que a vida do cidadão já não é mais a mesma. Pelo menos naquele momento em que, como que jogado para cima, a uma altura imensa, ele sente tonturas e até, a bem da verdade, não sabe se isso é felicidade ou susto.

                      No entanto, todos somos candidatos a Prêmio infinitamente maior do que muitas e muitas cenas acumuladas, cujo acerto potencialmente poderemos efetuar. E tudo isso não é nada perante a promessa de Cristo para o vindouro e verdadeiro mundo - Espiritual -, onde habitamos desde agora e para sempre na condição eterna.


                             Sem qualquer sensação de efemeridade. Sem qualquer receio de que a morte do corpo, esse fim aparente mas tão terrível - possa surpreender aquele que crê na eterna verdade proclamada por Jesus Cristo, prevalece a promessa, como um cântico eterno de bem-aventurança inimaginável.


                       "Nem os olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem sequer perto chegou do coração do Homem, o que Deus preparou para os seus eleitos."





   

ENVELHECER É ESTAR VIVO

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O texto acima é de autoria do amigo e colega ROBERTO FRAGA MOREIRA, e realmente a todos nos leva a ponderar sobre essa alternativa - se a morte não se meter antes a certa altura da vida ainda produtiva, A solução aventada sobre optar por uma cara-metade, acode-me a jurisprudência de um sábio amigo, falecido aos 93 anos de idade - Seu Anselmo Verdeloni. A fórmula para ele se desvendava de forma meridional e irretorquível: "O mais correto no casamento é que um homem velho case com uma mulher nova, pois os opostos de complementam. Por idoso, morrerá antes dela e, daí, para compensação, a ela será conferido o direito de se casar com um homem bem mais novo, que a assista em seu crepúsculo de vida.

O PECADO ORIGINAL E OUTRAS QUESTÕES


Neste meu blog, sem exercer qualquer direito de censura, farei perfilar vários luminares do pensamento universal sobre Deus e a Humanidade, de forma a acrescentar ou suscitar discussões de proveito para todos os meus seguidores.
Um abraço,
Geraldo Generoso - Ipaussu - SP - Brazil

Baha'i ea Natureza do Homem


Ponto de Vista Baha'i

Não existe tal coisa como o pecado original ou que as pessoas são essencialmente má ou tem uma natureza maligna dentro deles. Os desejos dos seres humanos não são maus, mas basicamente boa. As ações de um indivíduo pode trazer progresso na vida espiritual de um ou impedi-lo. Os indivíduos têm a capacidade de fazer escolhas erradas ou más, que causam imperfeições de uma jornada espiritual. Isto é visto como a razão que precisamos da religião revelada dada a nós através das várias manifestações de Deus. As manifestações foram enviados por Deus para nos mostrar o caminho para o desenvolvimento espiritual, para que possamos estar unidos a Deus. 

Ponto de Vista Bíblico

Os cristãos acreditam que toda a humanidade é pecadora e miserável, e, por isso, estamos na necessidade de um Salvador (Rm 03:23., 06:23). Como seres humanos, não podemos ser bom nós mesmos. O que é pecado? O pecado é a quebra da lei de Deus (1 João 3: 4). Deus nos deu um padrão de moralidade que devemos seguir, e uma vez que quebrar qualquer parte dele, então nós pecamos. Isto pode ser mentir, enganar, adultério, luxúria, assassinato, ódio, etc.(Mt. 19: 18-19). Os cristãos também acreditam no pecado original, o que significa que o pecado de Adão afetou toda a humanidade (Rom. 5: 12-21). Natureza pecaminosa de Adão foi transmitida a nós. O restante deste artigo será passagens que lidam com estas questões. 
  1. Nosso pecado nos separa de Deus.
    1. Isaías 59: 2: "Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós eo vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça."  
  2. Mesmo as pessoas justas pecaram.
    1. Romanos 3: 9-20: "E então? Somos melhores do que eles? De modo nenhum; pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado, como está escrito, não há justo, nem um sequer; há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há sequer um. A sua garganta é um sepulcro aberto, com as suas línguas manter enganando, o veneno de víbora está nos seus lábios; cuja boca está cheia de maldição e amargura; Os seus pés são ligeiros para derramar sangue, destruição e miséria estão nos seus caminhos, eo caminho da paz têm os não conhecido. Não há temor de Deus diante de seus olhos. Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, fala para aqueles que estão debaixo da Lei, que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus; porque pelas obras da lei nenhuma carne será justificada diante dele; para pela lei vem o pleno conhecimento do pecado ". 
      1. Paul começou aqui dizendo que os judeus não são melhores do que os não-judeus, porque todos pecaram. Não há ninguém que é justo. Ninguém fez boa. Paulo diz que o nosso discurso é venenoso como víboras, estamos prontos para derramar sangue, que são destrutivas, e que nós não temos nenhum medo de Deus em nós.  
  3. Os seres humanos herdado uma natureza pecaminosa de Adão.
    1. Romanos 5: 12-21: "Portanto, assim como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram-for até que a lei havia pecado no mundo; mas o pecado não é imputado quando não há lei. No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas o dom gratuito não é como a transgressão. Porque, se pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus eo dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E o presente não é como o que veio por um só que pecou; para, por um lado o julgamento derivou de uma só ofensa para condenação, mas por outro lado o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Portanto, assim como por uma só ofensa não resultou a condenação de todos os homens, assim também por um só ato de justiça veio a graça justificação de vida a todos os homens. Porque, assim como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim também pela obediência de um só, muitos se tornarão justos. E a Lei veio em que a transgressão pode aumentar; mas, onde o pecado aumentou, a graça abundou ainda mais, que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. " 
      1. Esta passagem nos mostra que porque Adão pecou, ​​nós recebemos sua natureza pecaminosa.  
  4. Todos pecaram.
    1. Romanos 3:23: "Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus." 
      1. Basta dizer, todos pecaram. Ninguém é perfeito e sem pecado.
  5. O salário do pecado é a morte.
    1. Romanos 6:23: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor." 
      1. Quando os indivíduos têm um emprego e trabalho, que recebem um salário para o seu trabalho. Então, quando pecamos, ganhar um salário, que é a morte.    

LAVOU TÁ NOVO

COISAS USADAS E DAÍ ?

Geraldo Generoso

                Após você vestir uma roupa, seja um vestido de última moda, um casaco de pele ou um terno impecável, de linho ou casimira, o fato inegável é que, a partir daí passa a ser roupa usada. Você poderá dizer que tudo é relativo, mas é indefensável que quando você vestir essa indumentária, ou calçar esse sapato que você comprou zero quilômetro, muitos poderão pensar que você está estreando pano ou couro novo. Até que, felizmente, hoje, até nem tanto pela crise, mas pelo volume de oferta que vai ao encotro do bom gosto, os brechós são pontos disputados por compradoras e compradores ávidos por novidades. E artigos de qualidade real a preço de poucos  R$ - reais (nosso real que tá levando surra do dólar).



             Além de comprar boas mercadorias, no preço original ao alcance de poucos bolsos, a verdade é que se pode levar muito mais por muito mais pouco. Assim tem sido, em Ipaussu (SP) um brechó que evoluiu para o termo BRECHIC  e que realmente faz jus a essa metamorfose de linguagem. São roupas de fina estampa, de marcas consagradas e preferidas por gente de escol. Diz uma advertência judaica, tida até como preceito filosófico religioso, o seguinte: "COMA ABAIXO DE SUAS POSSES E VISTA-SE ACIMA DELAS". 

Se você, depois do seu almoço ou jantar, encontrar com alguém, não há raio-x em seu estômago para quem quer que seja saber se você comeu caviar ou pescoço de frango. Não faz a mínima diferença. Porém, se você sair do banho com uma roupa amassada, esfarrapada, maltratada pelo uso e pelo gasto pelos tantos tempos de uso, somados ao seu mau gosto em se vestir, pode estar ciente que isto será percebido, tanto consciente quanto inconscientemente, pelo primeiro interlocutor com que se deparar. Até mesmo os desmazelados na arte (ou relaxo) para se vestir, observam, notam e analisam e comentam que você não está com nada nesse quesito de vestir com mau gosto.


 Antigamente, e não há muito tempo, isso era um problema sério. E até eram comuns os usuários de roupas remendadas, no joelho e até nos fundilhos. Hoje isso é imperdoável até mesmo para um morador de rua.  A oferta de confecção hoje é tão expressiva que esta situação não é sequer imaginável. 

          Aquelas lojas de roupas usadas, depois apelidadas de Brechós, hoje prestam um serviço de utilidade público à elegância e à boa apresentação das pessoas. O preconceito decaiu muito. Até porque entre as jovens e meninas, é comum elas permutarem roupas entre si. Filhos usam as roupas dos pais, e a palavra "usado" vai se tornando muito relativa a cada dia que passa.

          Há muitos ditados que confirmam a importância da boa apresentação. Uma bastante antiga, ainda do tempo dos reis, proclamava que "pela jeito da carruagem dá para se saber quem vem dentro dela".  Portanto, vestir-se bem (sem necessidade de exageros, é claro) é um dever de toda pessoa, em qualquer idade. E sem desculpas para dizer que é pobre e que coisa de luxo custa mais caro ou está além de suas posses. Os brechós quebraram esse tabu há um tempo e a cada dia estão cada vez mais cheios de gente bem esclarecida com opções de escolher excelentes procutos a preços que parecem uma piada. 
    
        Concluindo, os Sebos -  lojas que vendem livros usados, ao contrário, nunca sofreram qualquer preconceito.  E a rigor, com as lojas de roupas usadas, já começa a acontecer o mesmo. Pois se você ler um livro usado, o mérito está apenas em você entender o que está escrito e nada mais. Nada mais nada menos do que vem escrito num livro novo que, por sinal, dá muito trabalho para você abrir a embalagem.


     Pelo título que encima esta página, os leitores poderão tirar conclusões menos inocentes, mas isso fica por conta  de cada um. O objetivo é erradicar todo e qualquer preconceito contra toda e qualquer questão atual. Preconceito é coisa que não se usa mais. Está demodè  e é de extremo mau gosto. E para arrematar, a própria Bíblia Judaico-cristã, através de um homem que sabia das coisas - o Rei Salomão, registra de forma taxativa; "NADA HÁ DE NOVO EMBAIXO DO SOL."

     
       
         



COMO ESTARÃO OS  NOSSOS QUE SE FORAM ?


Generoso - Ipaussu - 31.10.2015



Nossos entes queridos, que ausentes de nossos olhos a certa altura  do incessante correr da vida terrena, jamais se  fazem em outras pessoas quando passam a habitar  a eternidade. Sim, porque  deixassem eles de ser os mesmos que  partilharam nosso  convívio,  seria correto se o chamássemos de   mortos.


42 ANOS DE AMOR - CARTA



Minha querida namorada:

Por mais este seu aniversário, cada qual deles muito especial para mim, e  lá se vão 42 anos em que você, pela vez primeira, invadiu minhas retinas e alcançou-me,  por inteiros, o coração e a alma.

         O tempo voou, me parece hoje. Mas arrastei horas dolentes, de cisma e dúvidas, porém com você sempre a me acompanhar. E de minha parte, sempre zeloso de sua presença, senti que a mesma se tornou tão parte de mim que não consegui – e nem me atrevi a tentar – esquecê-la ou diminuir esta atração que se fundiu como o sentido da minha própria vida.

          Numa  destas tardes, em que me assento sozinho na soleira  da porta, absorto no voejar  da fumaça do  cigarro,  aproximou-se de mim uma figura     a que todos chamavam sábio. Com efeito, a vida desse homem transparecia essa lucidez própria dos eleitos em compreender a vida e ensiná-la  aos outros.
         Eu poderia perguntar o que quisesse. Ele lá estava para  responder. Como eu nada perguntasse, ele indagou sobre aquele meu cismar visível e insistente.

         Respondi-lhe: “Hoje aniversaria uma parte de mim, que se encontra longe. É tão parte de mim que suponho já seja a minha maior parte.”

         Ele deu por entendida a minha mensagem, não tão direta e clara. Olhou  para o longe e o chão e  assim se expressou:
         “Sim, esta parte de que você fala, é mesmo parte legítima sua, mas  nada mais do que  criação da sua própria mente.  Eu até lhe diria que esse seu amor não tem nenhuma razão concreta. Contudo, se assim eu dissesse, o tornaria menos feliz. Por isso, não afirmo que essa mulher seja irreal, mas no significado que a ela confere você  em sua imaginação, se traduz em nada mais do que uma ilusão, a qual você   insiste em cultivar.”
        
Mestre – disse-lhe  eu : “Pode até ser que o senhor esteja com a razão ao afirmar que esculpi um mito. Mas, mestre, teci todo este amor com tudo o que nela há de melhor. Se ela não existisse, também não existiria esse meu ideal perfeito de tão profunda e elevada afeição.”

O mestre após este meu desabafo, me dirigiu uma  outra pergunta:
- Para você, qual a diferença do amor por esta mulher do amor por outras que,  porventura, passaram por sua vida, de forma mais ou menos expressiva?

Não me foi necessário mais que um segundo para emitir uma resposta, que até parecia pronta, tal a rapidez com que me surgiu do coração para os lábios:

- Mestre, não há diferença comparativa, porque uma vez entrada em minha vida, esta mulher nunca deixou lugar, em meu coração, para sequer a sombra de qualquer outra.

Por amá-la de verdade, nunca me foi necessária qualquer admoestação, de quem quer que fosse, sobre a dedicação que lhe deveria dispensar. Pontuada em meu silêncio, ela sempre foi a música da minha solidão. Apesar de única, nunca se fez monótona ou cansativa.

Amar é não cansar da presença. É dispensar todos os mandamentos, porque, quando verdadeiro, o amor não se cuida em atraiçoar ou praticar qualquer ato que diminua o ser amado.



SE TUDO TE PARECER PERDIDO...

    



    No entanto, se O questionarmos pelo peso das agruras que nos acometem, dos sentimentos de abandono e carência, privação e provas as mais difíceis. 

   Certamente o Criador tem respostas que não podemos questionar. Não só pela sua Majestade Divina, como assim O chamava Santa Tereza D'Avila.
   

Contudo,  pela própria lógica ao nosso derredor, se a tanto nossos olhos não se obnubilarem sob o véu da descrença. Isso, sim, é realmente alarmante e estarrecedor. 

Essa ilusão de que Deus não está presente, enfim tão dolorida quanto se realmente possível fosse o Grande Arquiteto do Universo deixar estar em algum lugar. 

Possivelmente Ele nos despertaria para a realidade, não menos verdadeira, que todos somos sustentados pelos Anjos, visíveis e invisíveis, que ele escala para nos assistir e amparar.

 Anjos dos quais nem sempre damos conta, mas estão presentes em todos os quadrantes do céu e da terra. Nem o próprio Jesus Cristo, no Horto do Getsêmani, em sua angústia de morte, prescindiu da presença do Anjo Consolador, que ali esteve presente, na hora in extremis do Maior dos Mestres.

Do Mestre Jesus Cristo, Deus feito homem, que nos alertou com todas as letras: "No mundo é inevitável que tenhais aflições, mas tende bom ânimo, Eu Venci o Mundo". 

Com esta afirmativa o Cristo se nos iguala, reiterando a afirmação que fez com risco da própria vida, diante dos fariseus: "o reino de Deus não está em Jerusalém, mas dentro de cada coração humano".





Alfarrábios do Generoso: AMOR RESPONSÁVEL

Alfarrábios do Generoso: AMOR RESPONSÁVEL: Ao contemplar este  mundo com um olhar sem jeito, a achar que nada mais tem solução. O mundo conturbado por loucuras e tolices as m...

AMOR RESPONSÁVEL



Ao contemplar este  mundo com um olhar sem jeito, a achar que nada mais tem solução. O mundo conturbado por loucuras e tolices as mais disparatadas, quando não, surpreendida por monstros, que fazem imprimir sobre o planeta uma camada de suor, lágrimas e sangue, numa loucura demoníaca, a desafiar toda a paciência, a provocar a descrença, até compreensível, do imperativo do amor e da paz da humanidade.

Não é preciso perguntar onde está o mal ? Ele está em toda parte, a disputar, por absurdo que pareça, a própria onipotência divina. Filhos que se rebelam, pais que se revoltam, comunidades que inermes são encurraladas entre o fogo cruzado de facínoras contra policiais, e vice-versa. 

Há a considerar que as pessoas, conscientemente boas, não necessariamente santas, também não podem se eximir da responsabilidade desse quadro dantesco, de marginais enlouquecidos, de um mundo que se transfez num enorme hospício redondo, enorme, onde homens-bomba, com desprezo pela própria vida estilhaçam junto com suas carnes os estilhaços de chumbo, a ceifar criaturas inocentes.

Oras, ser bom não significa ser omisso, pois a omissão é tão reprovável e, para os religiosos verdadeiros, não menos pecaminosa. Há a inequívoca verdade de que Deus é bom, mas de par com essa bondade, não pode deixar de figurar o quesito indispensável da justiça. Se existe o livre-arbítrio, essa faculdade não pode ir em prejuízo do todo, a semear dores e infortúnios a cada passo.

Não é impróprio atribuir o adjetivo de guerreiro a grandes homens e mulheres que não cruzaram os braços como o Pilatos do Evangelho. Também não é de bom tom a justiça com as próprias mãos. Contudo, extrapolando toda a lógica concebível de que um pouco de violência é até compreensível, por conta do maquinário psicológico da pessoa, é injusto igualmente que a sociedade não reaja e não acompanhe melhor o que fazem os líderes políticos, sejam para redigir as leis ou executá-las, ou mesmo o moderador poder judiciário.

É mais que hora de o indivíduo se politizar. Qual o segredo dos Países de Primeiro Mundo, senão .um forte investimento na qualidade civil de seus respectivos povos. Igualmente os religiosos e líderes espirituais em geral, cumpre-lhes entrar em ação, na consciência mais que necessária de que são responsáveis por agir e exigir e intransigir contra a desordem, a injustiça, os crimes brancos ou pretos, ou mesmo em cores mostrados pelas mídias de diversos matizes.

Que cada homem ou mulher de boa vontade, fique alerta e faça valer os seus direitos. A legítima defesa da sociedade é a consciência de seus cidadãos sobre cada um ser um fragmento de um todo, onde a soma das partes é a maior do que a soma.

Não vamos nos omitir face a essa situação. Que a partir do maternal se insufle, pelos canais competentes de educação e religiosidade, um sentimento novo, de heroísmo sem bravatas, mas sem covardia ou omissão.

Só assim a Terra poderá continuar sendo este planeta azul, sem arroxear-se de monstros irresponsáveis que semeiam o caos e a desolação. Todos somos culpados, sem exceção de ninguém, quando a pátria é infeliz. 




O ÚLTIMO PLANETA


Aos 23 anos de idade, fui agraciado com uma viagem a um planeta pelo qual sempre nutri especial interesse, mais do que mera curiosidade. Eu havia lido sobre fatos e situações desse lugar, tão longe da minha querência cósmica, e sempre duvidei sobre tudo quanto me informavam documentos os mais diversos, nas diferentes modalidades de mídia.

Assim, para melhor apreciar esse cenário, para mim atraente e ao mesmo tempo indutor a vários temores, na minha condição de jovem decidi por essa empreitada, de forma irrecusável e, diga-se de passagem, sem nenhuma garantia de retorno.

Vou resumir o quanto possível as impressões que obtive, mais abstratas do que concretas, sobre esse planeta diversificado, em certo ponto até mais misterioso do que o astro onde nasci e cresci.

Logo ao aqui chegar, desci no que me disseram ser uma comunidade, nome antes denominador da palavra favela. Deparei-me com um carro com homens e mulheres uniformizados, e os observei estar em auxílio num trabalho de parto dentro de uma casa muito pobre, tanto pelas paredes enegrecidas e enrugadas quanto pela mobília das mais singelas.

De repente, vi lampejar os olhos dos uniformizados, cujo nome descobri serem policiais, coisa que já em meu planeta de há muito não mais sequer ouvia falar. Mas o que mais me causou estranheza foi que, em poucos quarteirões adiante vi homens com os mesmos uniformes dos que julguei parteiros, com objetos que saíam fogo, em revide a instrumentos quase iguais usados por elementos em trajes normais.

Aí concluí que o planeta era contraditório em termos de vida e morte. Passei por hospitais e vi vidas sendo resgatadas. Muitas delas apenas para continuidade de dores e gemidos, ainda assim a vida estava sendo valorizada. Não opino sobre o que acho certo ou errado, me fiz apenas num observador objetivo. 

E nesse quesito, senti não tanto piedade, quanto admiração pela luta dos habitantes da Terra. Aliás, melhor seria habitantes do Planeta Mar, porque descobri que mais de 70% da área desse lugar se constitui em água. Salgada, em sua maioria.
 Uma ínfima porção denominada água doce, e que já começa a ser um problema para os terráqueos. Não por inclemência da Natureza, mas por incúria da própria humanidade, onde cada qual, infelizmente, nos tempos atuais em que aqui me encontro (ano 2014 DC), adotaram o perigoso lema do “cada um para si”. Não só em termos de pessoas, mas de países também. Essa questão é bem estudada em meu planeta de origem, por isso não me detive em constatar o que já sabia. Que apesar da fome reinante em número de milhões, as safras são recordes e a abundância de alimentos pode suprir com sobra a fome desses contingentes humanos em diferentes pontos do globo.
Enfim, pelo que constatei, o leitor terráqueo sabe sobre quase  tudo, e a cada momento se depara com uma luta ingente contra a doença e a morte. Em meu país cósmico tudo se encontra praticamente resolvido sob esses aspectos. 
A partir da genética (e os terrenos estão elaborando trabalhos nesse sentido) eliminarão a doença antes do nascimento das pessoas. E por aí afora, tudo se encontra nos eixos e em conformidade.
Mas o item que me assombra é ver que em meio a tanta desordem, tanta desgraça, onde se rompe  a carnificina em campos de batalha e até em lugares pacíficos, a fome campeia como um doido fantasma.  Mas apesar desse quadro de constantes terrores,  esses indivíduos lutam por uma vida, mesmo sem qualidade, mesmo sem estímulo e quase sem esperança.


Nesse ponto, eles são superiores a nós, habitantes de um orbe onde a criação se concluiu com êxito e onde se pode dizer que, concluído, podemos afirmar “eis que tudo está bom”. 

Geraldo Generoso (Direitos autorais reservados para o livro a sair em 2016.)

IPAUSSU, CEM ANOS DE LIBERDADE


Ipaussu, cognominada FLOR DO VALE, também chamada de
GOTINHA PAULISTA,
completa 100 anos em 20 de setembro de 2015.

Assim o músico Celso Viana Egreja definiu este lugar:"Estância da Alegria que irradia calor humano."

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