SE EU MORRESSE AMANHÃ

SE EU MORRESSE AMANHÃ ...

Álvares de Azevedo

Se eu morresse amanhã, viria ao menos 
Fechar meus olhos minha triste irmã; 
Minha mãe de saudades morreria 
Se eu morresse amanhã! 

Quanta gloria pressinto em meu futuro! 
Que aurora de porvir e que manhã! 
Eu perdera chorando essas coroas 
Se eu morresse amanhã! 

Que sol! que céu azul que doce n’alva 
Acorda a natureza mais louçã! 
Não me batera tanto amor no peito 
Se eu morresse amanhã! 

Mas essa dor da vida que devora 
A ânsia de glória, o dolorido afã… 
A dor no peito emudecera ao menos 
Se eu morresse amanhã! 


Manuel Antônio Álvares de Azevedo[1] (São Paulo, , 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, , 25 de abril de 1852) foi um escritor da segunda geração romântica (Ultrarromântica, Byroniana ou Mal do século), contista,dramaturgo, poeta e ensaísta brasileiro, autor de Noite na Taverna.[



Comentário de Flávia T.Ortega - Direito CPC


Prioridades do novo CPC: diálogo, boa-fé e justiça do caso concreto

Publicado por Flávia T. Ortega - 7 horas atrás
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O novo CPC d prioridade ao dilogo boa-f e justia do caso
Em primeiro lugar, o novo Código de Processo Civil, instituído pela Lei 13.105, de 16 de março de 2015, trouxe inúmeras novidades e por isso vem gerando muitas expectativas entre os juristas. Apenas para citar alguns exemplos, imagina-se que a lei possa assegurar uma prestação jurisdicional mais simples e mais uniforme.
Mas várias dessas mudanças não se limitam à esfera processual. Elas repercutirão, de forma significativa, no campo do Direito Civil e de todo o direito material.
Três aspectos comprovam essa afirmação:
  • A exigência de diálogo entre o juiz e as partes (dever de cooperação não apenas para sanar vícios, mas também para proibir a decisão surpresa);
  • A ampliação da exigência de boa-fé (seguindo a tendência legislativa e doutrinária criada a partir do Código Civil de 2002);
  • A valorização dos julgamentos de mérito (o que importa dizer que será priorizado o exame quanto à existência ou não do direito alegado pela parte).
Em outras palavras, a nova lei veio para resolver de uma vez o conflito de interesses, isto é, para assegurar a justiça do caso, na bela expressão cunhada por Carlos Alberto Alvaro de Oliveira. Ela procura, assim, evitar decisões tipicamente processuais, tão comuns no sistema atual e que nada esclarecem a respeito do direito das partes.
Afinal, para que serve o Poder Judiciário senão para dizer quem tem razão?
Para tanto, a cooperação entre partes e magistrado constitui uma das metas do novo sistema. Trata-se de uma valorização do princípio do contraditório, o qual deixa de ter um aspecto puramente formal, adquirindo uma conotação material, ou seja, de verdadeira oportunidade de influência na formação da decisão judicial. Embora seja alvo de críticas por aqueles que não compreendem sua real dimensão, o dever de cooperação instituído pelo novo código não almeja a colaboração entre as próprias partes (algo evidentemente incompatível), mas sim entre estas e o magistrado e vice-versa. E, a finalidade, nos termos do art. 6º, é claramente obter uma decisão de mérito justa e efetiva.
Vê-se aqui uma premissa para que o processo civil atinja seus objetivos, os quais são: análise da questão de fundo, obtenção de justiça e efetividade.
O diálogo aparece, portanto, no texto normativo como pressuposto inerente a essa cooperação processual. Tanto é assim que o juiz não pode proferir decisão contra uma das partes sem antes lhe conceder a oportunidade para manifestação, nem tampouco surpreender os litigantes, decidindo com base em fundamento a respeito do qual eles não tenham sido ouvidos. Trata-se da vedação da decisão surpresa, mesmo nas hipóteses em que o magistrado pode decidir de ofício.
Ademais, a colaboração mostra-se também presente no art. 357, § 1º, o qual assegura às partes a possibilidade de solicitar esclarecimentos ou influir na decisão de saneamento.
Nessa linha, uma das grandes novidades é o combate à chamadajurisprudência defensiva. Nos últimos tempos, o Poder Judiciário vem enfrentando um gravíssimo dilema: de um lado, o volume crescente dos recursos que, diariamente, aportam às cortes; de outro, a falta de infraestrutura humana e material para atender toda essa demanda. Pressionados por essa realidade, muitos tribunais passaram a adotar critérios extremamente rígidos e não previstos em lei, na admissão e conhecimento dos recursos. Neste triste cenário de denegação de justiça, qualquer detalhe vem sendo motivo para a inadmissibilidade do pleito recursal.
Agora, mudando esse contexto, o novo CPC prioriza o exame do mérito e determina que eventuais vícios sejam sanados. Apenas para dar alguns exemplos, os parágrafos 4º e 7º do art. 1.007 permitem a intimação do recorrente para a realização posterior do preparo e a correção de falha no preenchimento da guia de custas. Já o art. 76, parágrafo 2º autoriza a regularização da representação processual, mediante a juntada de procuração, inclusive perante os tribunais superiores, o que afastará a incidência da Súmula 115 do STJ (criada sob a égide do CPC de 1973)[7].
Por sua vez, a boa-fé processual, prevista no art. 5º do novo diploma, guarda profunda ligação com o princípio da cooperação. Segundo ela, todos devem auxiliar para que o processo seja resolvido dentro de um tempo razoável, evitando-se assim não apenas o abuso do direito de defesa e o propósito protelatório, mas também as decisões puramente processuais e advindas de um formalismo exacerbado.
Sem dúvida, são inerentes à boa-fé os deveres das partes de veracidade e de lealdade na prática dos atos processuais. Mas o grande mérito do dispositivo é o de estabelecer o dever de boa-fé para todos, o que inclui, obviamente e com maior razão, o Estado-Juiz.
Nessa medida, a adoção da jurisprudência defensiva viola frontalmente o disposto nos arts. 5º e 6º do novo CPC.
A demonstração de que o julgamento do mérito das demandas constitui prioridade no CPC de 2015 verifica-se também no art.139, IX. Ali, dentre os deveres do juiz está o de determinar o suprimento de pressupostos processuais e o saneamento de outros vícios processuais. E, mesmo na hipótese de carência de ação, se o juiz puder resolver o mérito a favor da parte que seria beneficiada, deverá fazê-lo, ao invés de simplesmente declarar extinto o processo.
Perante os tribunais, o novo código determina ainda que o relator, antes de considerar inadmissível o recurso, conceda o prazo de cinco dias para que o recorrente possa sanar o vício ou complementar a documentação exigível. Como se vê, as falhas que, no regime de 1973, fulminariam a pretensão recursal, deverão ser, com o Novo CPC, facilmente superadas.
Todos esses dispositivos visam a apreciação da questão de fundo, ou seja, a composição da lide com os olhos voltados para o mundo dos fatos (e não para a esfera meramente processual). Isso poderá produzir uma verdadeira guinada em favor dos anseios dos jurisdicionados, assegurando uma correção de rota para outro (e melhor) bordo.
Com efeito, o combate à jurisprudência defensiva e a exigência legal de correção dos vícios processuais são novidades que vêm em prol da verdadeira missão do Poder Judiciário: a análise da pretensão de direito material. Vale lembrar, aqui, Rubem Braga ao se referir aos problemas de um mundo de papel:
Foi em Minas, creio, que um secretário de Estado mandou afixar em sua repartição esta frase com um conselho aos funcionários: ‘Não basta despachar o papel, é preciso resolver o caso.
O novo CPC, certamente, produzirá essa mudança de rumo. Somente por isso já é bem-vindo. Afinal, para os jurisdicionados, o que importa é ajustiça do caso!
Fonte: Conjur.

LUIZ FLÁVIO GOMES = PROFESSOR E JURISTA


     Esta pessoa, LUIZ FLÁVIO GOMES, é digna de toda nossa admiração e tem muito a nos dizer. Entre na página dele e confira.
  • CAROS internautas que queiram nos honrar com a leitura deste artigo: sou do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE) e recrimino todos os políticos comprovadamente desonestos assim como sou radicalmente contra a corrupção cleptocrata de todos os agentes públicos (mancomunados com agentes privados) que já governaram ou que governam o País, roubando o dinheiro público. Todos os partidos e agentes inequivocamente envolvidos com a corrupção (PT, PMDB, PSDB, PP, PTB, DEM, Solidariedade, PSB etc.), além de ladrões, foram ou são fisiológicos (toma lá dá cá) e ultraconservadores não do bem, sim, dos interesses das oligarquias bem posicionadas dentro da sociedade e do Estado. Mais: fraudam aconfiança dos tolos que cegamente confiam em corruptos e ainda imoralmente os defendem.

REVELAÇÕES ESPIRITUAIS

Mensagem selecionada
da Escola Unidade Cristianismo
DÊ VIDA ÀS REVELAÇÕES
As leituras referentes aos princípios espirituais requerem “VIDA”.“A letra mata, mas o Espírito as vivifica”. Lendo, por exemplo, a Verdade de que “a doença não existe”, de imediato, cada um deve se ver já perfeito, sem doença nenhuma! Assim como um aspirador de pó, aplicado em um tapete empoeirado, succiona toda a poeira, deixando o tapete como realmente ele é, sem poeira, devemos aplicar o “aspirador de doença”, de modo que só nos sobre o “corpo” tal como ele é: perfeito!
Entre no silêncio para se ver “sem doença”. O estado real de cada ser é a perfeição. A ilusão de doença jamais toca ou altera o que pertence a Deus. Assim, reconheça que VOCÊ pertence a Deus, que o seu CORPO  pertence a Deus, e que a suposta “doença” não pode pertencer a Deus, razão pela qual “a doença não existe”! Por quê? Porque DEUS É TUDO!

POLÍTICA, ONTEM E HOJE !





A rigor, hoje se requer que um partido seja realmente um partido (desculpe a redundância por falta de mais precisão vernacular),quando antigamente os partidos eram seguidos e exercidos apenas por fatias da classe média e alta.

 O povão nem sabia, e hoje também não entende, que um partido é um norte, um sentido de viver um governo a um modo diferente, ou em muitos diverso, de outra agremiação partidária. Não sou tão velho, e hoje em dia a informação não só se tornou instantânea, como também nos permite retroceder, a um click a tempos antigos, ou nem tanto, onde contemplamos o modo de exercício do poder.

O fato é real, mas para não "fulanizar", trago o caso de 3 cidades do interior paulista, da região sudoeste.  As questões, não só administrativas, mas judiciais e quejandas eram decididas pelos chamados "coronéis" (o que em muito depõe contra a patente respeitosa de oficiais realmente militares).

Na cidade havia um desses manda-chuvas, fazendeiro da era áurea do café, que durou até os anos 1950). Em havendo uma questão entre vizinhos, o "chefe" mandava um capanga (ou vários) para demarcar favoravelmente a área de seu protegido. Ma havia um senão. Até parece que a Justiça atual copiou deles essa história de instâncias, e tal se dava.

 Aquele vizinho prejudicado se dirigia à cidade Y, aonde quem reinava era outro fazendeiro e comerciante também, que dava as cartas para os habitantes da cidade X e da cidade Y, sua sede. Mas a história não parava por aí.

 Havia numa outra cidade um mandante maior, com patente de "general",  sem farda nem exército, a quem cabia a última palavra. E aí, o que ele decidisse, o tamanho das terras de cada um seria aquele e fim de papo. Pior ainda, quando se tratava de "fazer justiça" (que ironia),em relação a desavenças, ou até agressões verbais, físicas ou até fatais entre súditos.


 Esse maioral, ao ser informado sobre a questão, sem pensar muito, respondia aos seus asseclas, inauditamente, mas em sinal bem visível sua decisão: se apenas cofiasse a barba, significava dar uma piava, uma surra daquelas em quem ele julgasse que merecia "meramente" apanhar. Agora, se ele passasse o gesto do dedo indicador sobre a garganta, era simplesmente, era a ordem terminantemente clara de que o "condenado", à luz de seu juízo, simplesmente fosse morto.


         Atualmente não há mais esse tipo de situação que parece tirada das histórias das Mil e uma noites. E isto veio com a Revolução de 1930, que confeiçoou o Brasil nos primeiros passos da formatação, ainda que sofrível, de um sistema de justiça menos injusto.

        Acho que está na hora de fechar o meu livro. O Blog "Alfarrábios do Generoso", já falou demais. Agora, daqui por diante, talvez o melhor seja apenas o escutar. O falar é prata, o calar é ouro e o escutar é diamante.



       Um grande abraço a todos. Não posso convidá-los a me seguir porque não sei a que porto  estarei destinado. 

Carta pro Daniel



ANTONIO PRATA


10/04/2016  02h00


Talvez algum dia, nas próximas décadas, você esbarre nessa crônica, pela internet. Talvez uma tia comente, "lembro de um texto que o teu pai te escreveu quando você era bebê, era sobre uma praça, acho, cê já leu?" Talvez eu mesmo te mostre, na adolescência, vai saber?

Essa crônica é sobre uma praça, sim, sobre uma tarde que a gente passou na praça, no dia 5 de abril de 2016 (ontem). Não é nenhuma história extraordinária a que vou te contar. É uma história simples, feita de elementos simples como é feita a maior parte da vida da gente, esses 99% de que a gente desdenha, sempre esperando por acontecimentos extraordinários.


 Mas acontecimentos extraordinários são raros, como a própria palavra "extraordinários" já diz, aí a vida passa e a gente não aproveitou. Pois hoje você me fez aproveitar a vida, Daniel, por isso resolvi te escrever, agradecendo.
Eu tava lá em casa, triste de tudo.


Triste com os rumos do país, mais triste ainda com outras questões paralelas inteiramente irrelevantes para a pátria, mas especialmente doloridas para este patrício, então você cruzou a sala sorrindo no colo da Jéssica e me deu uma vontade louca de passarmos um tempo juntos. 



Falei, "Queca, dá esse menino aqui, a gente vai na praça, eu e ele, vamos, Dani? Só os homens?". Eu te botei no carrinho, descemos pelo elevador e ganhamos a rua.
Você ia batendo as pernas, eufórico, apontando as coisas e soltando seus grunhidinhos, como que querendo me mostrar o que vê a caminho da praça, com a Jéssica, todas as manhãs. Eu ia dando nome às coisas. É, Dani, é a árvore. É, é o carro.


 É o caminhão. As pessoas que a gente cruzava abriam sorrisos pra você e depois pra mim. Nós sorríamos de volta, eu por orgulho, você por simpatia -você é assim desde que nasceu, de bem com a vida, tão diferente deste teu pai, sempre angustiado, aflito, procurando cabelo em ovo.


Chegamos na praça. Eu quis te pôr no balanço, mas você me apontou o túnel de concreto. Te coloquei numa ponta do túnel, fui andando em direção à outra, sumi de vista por uns segundos e você deu uma resmungada, achando que eu ia te abandonar ali, mas então me agachei e apareci do outro lado. Você achou aquilo hilário —"O cara tava aqui, sumiu e apareceu lá!"—, deu uma gargalhada e veio engatinhando até mim.


Fui te pegar no colo, mas você se esquivou e olhou pra outra ponta. Entendi a brincadeira, corri até a outra ponta, me agachei. Você me viu, gargalhou de novo —"Agora o cara tá do outro lado!


 Que loucura!"—, foi até lá, me mandou voltar e nós ficamos perdidos nisso pelo que me pareceram horas: eu aparecia numa ponta do túnel, você engatinhava até lá, eu corria pra outra, você vinha de novo.
Quando me dei conta -não vou dizer que meus problemas tivessem sumido, que a tristeza houvesse passado, mas...-, eu estava, como diria o poeta, comovido como o diabo.


De noite, deitado na cama, eu me consolaria: esse mundo é uma tragédia, o Brasil tá ferrado e eu também não me sinto muito legal, mas eu tenho um filho que põe sorrisos no rosto de quem passa e que com algumas gargalhadas reconforta o meu coração. 


Enquanto isso, no quarto ao lado, você estaria se perguntando: "O cara sumia de um lado, aparecia do outro, como será que ele faz? É truque? É mágica?". Depois dormiríamos, acreditando que tudo iria ficar bem. 


PRECE MÚLTIPLA, EFEITOS INFALÍVEIS

"Quando duas ou mais pessoas
estiverem reunidas em meu nome
Eu estarei entre elas".

    
 Os átomos se congregam e acontece o milagre das moléculas. Uma ovelha se soma a outra e o rebanho existe para o sentido da vida do pastor.




       Absolutamente nada do que Jesus Cristo disse foi em vão ou por acaso. Aliás, ele não dispunha de muito tempo em sua vida humana e, a rigor, seu ministério durou não mais do que 3 anos. 

     E em três anos, ora aqui, ora ali, palmilhando estradas ermas, com assessores simples, rudes de apoucadas letras, ele nos traçou o mapa da vida eterna.

     Quando Jesus afirma "eu estarei entre elas), obviamente que Ele se refere à sua condição divina, no sentido em que explicou "Eu e o Pai somos Um". 

     Atentos ainda aos seus dizeres, esse "Eu e o Pai Somos Um" se reporta a cada um de nós. E tal ensinamento, pois, partindo do "Eu estarei no meio de vós", implica na afirmação de que seremos Um com Deus em tais circunstâncias.

    Oras, o que nos custa chamar o vizinho, ou um amigo ou amiga para somar-se às nossas orações, num mesmo recinto ou a milhares de quilômetros de distância, e tentar essa experiência.

    Claro que não de forma mecânica, fria e calculista ou como mero expediente mágico para resolver nossos problemas ou nos tornar maiores do que eles.

      O que custaria fazer essa experiência? E talvez, de preferência, com pessoas amigas, não necessariamente pessoas de nossa família. Porque família é um caldo de diferenças. 

   Somos mais afinados com aqueles que escolhemos para amizade do que até mesmo aqueles que o império do parentesco insiste em nos manter próximos.

   Em qualquer cerimônia religiosa, esse efeito de comunhão com a Presença Divina, sempre se faz sentir, Em maior ou menor grau, na medida em que deixamos, ao transpor o portal do templo, toda a poeira de nossos pensamentos e intenções fora dele.

    Não significa, obviamente, que nosso pensamento, somado a um ou mais pensamentos de outras pessoas vá efetuar a resposta de Deus. Pelo contrário, pensamento só é poder quando se afina com o pensamento do Criador.

    O fato é que na coincidência de propósitos entre uma ou várias pessoas, surge a Harmonia e isto propicia a manifestação de milagres, inexplicáveis à luz da ciência humana.

   Faça essa experiência. Porque no momento em que você se une a alguém em oração a Deus Pai Todo Poderoso, por mais impessoal que Ele seja, certamente você testemunhará, unido a um irmão, duas condições poderosíssimas: a fraternidade humana que faz evidente  paternidade do Todo Poderoso.
.


    

      



    

APESAR DAS TORMENTAS







CAIXA PRETA

G.Generoso

A gente vai por esta vida, às vezes,
Recheada de reveses,
A perguntar  pelos porquês.

E  nessa indagação
Que colocamos às portas
De cada amanhã, 
selamos o destino
E vemos nosso próprio desatino
Ressuscitar  as esperanças mortas.

Uma certeza sempre  permanece
No escrínio do peito
Apesar e além de todas as tormentas;
Se a Deus nos leva a prece, de um ou de outro jeito
A manhã  renasce e o sol  afugenta
A escuridão que então se desvanece.

TERAPIA DE VIDAS PASSADAS

Autor publica coletânea com relatos de 23 anos de terapia de vidas passadas

da Livraria da Folha - De minha parte, posso dizer que é uma leitura sumamente útil e agradável, além de confortante e revitalizadora para os acontecimentos passados, que são alicerces de nosso presente.
Geraldo Generoso.
o
Brian Weiss e sua filha reúnem relatos de 23 anos de terapia de regressão e experiências de vidas passadas
Em livro, Brian Weiss e sua filha reúnem relatos de 23 anos de terapia de regressão e experiências de vidas passadas
Em "Milagres Acontecem", Brian Weiss e sua filha, a psicóloga Amy E. Weiss, reúnem relatos de 23 anos de terapia de regressão e experiências de vidas passadas.
Formado pela Universidade de Columbia e pela Faculdade de Medicina de Yale e diretor do departamento de psiquiatria do Mount Sinai Medical Center, Weiss era cético a tudo o que fosse relacionado à espiritualidade.
Em 1980, Catherine, aos 27 anos, buscou a ajuda de Weiss para controlar crises de ansiedade, pânico e fobias, sintomas que se manifestavam desde a infância. Após tentar diversos tratamentos para a moça, o médico decidiu usar técnicas de hipnose.
Com o método, Catherine entrou em contato com experiências de outras vidas. O caso fez com que Weiss repensasse seus conceitos. Ele relata esse episódio no livro "Muitas Vidas, Muitos Mestres".
"A reencarnação, o conceito de que todos nós vivemos outras vidas, é a porta pela qual entrei em um nível mais alto de compreensão. Catherine abriu essa porta para mim, e eu a mantive aberta para muitos outros", escreve na introdução de "Milagres Acontecem".

LUCYANA COM BRUNA VIOLA




Neste meu blog, ALFARRÁBIOS DO GENEROSO, desde que postei a biografia da cantora LUCYANA VILLAR, são comuns os pedidos para que enfoque ela cantando alguma canção de música raiz.



 Na oportunidade, cumprindo o dever de atender aos internautas habitués aqui do meu pedaço informático, lá vai. Ela e BRUNA VIOLA , cantando para o Brasil a genuína música raiz.

Acesse o link e confiram.

 https://www.youtube.com/watch?v=3X1Z2kpVcWw




ESQUECIMENTO - A MAIOR DAS INGRATIDÕES.




Contato : braunaster@gmail.com
Geraldo Peres Generoso

SOMOS ETERNOS DEVEDORES
 DE AMORES TANTOS,
QUE FORAM COMPARTILHADORES
DE NOSSOS RISOS E PRANTOS.


Ninguém melhor que eu sabe o quanto afiado são os dois cavalos dos ponteiros de todos os relógios do mundo. O dos minutos, com 60 galopes por segundo; o das horas com 60 galopes, e assim a vida vai como disse Carlos Drummond de Andrade: 

  A cavalo e de galope,
A cavalo e de galope
Lá vem a morte chegando.

Com a vênia dos caros (as ) internautas, aqui estou, mesmo sem ser chamado, de prontidão para homenagear as pessoas importantes de sua vida. E todos nós, felizmente, contamos com esses tesouros no coração.

 Sim, bem lá no fundo. Alguns entes saudosos, que não poderão renovar em atualidade o nosso olhar de hoje. São saudades que se espalham em lascas de luz e nos aquecem o próprio sentido da vida. Ou, algumas vezes, nos leva a perguntar por esse sentido. A razão de se nascer, crescer e morrer.

 Mas, pense bem. Os seus mortos estão vivos. Não são meros fantasmas que possam surpreendê-lo como imagens indutivas ao temor, ao receio, ao mal-estar.

 Agora com tempo mais disponível,  comunico que estou ao dispor para homenagem, não só seus entes que já partiram para o outro plano, como um dia cada qual de nós o faremos. Também para sua esposa, namorada, mãe, amiga, amigo, sócio, companheiro etc., e tanto mais válido quando as homenagens poderão ser oferecidas enquanto ainda se demoram neste plano terreno. 

Assim, abaixo, neste e em outras páginas, data vênia apresento-lhes alguns poemas, conhecidos pela modalidade de ANAGRAMA ou ACRÓSTICO, como ritmo, rima e métrica e, em convênio com uma empresa que confecciona, em qualquer material : azulejo chinês, placa de bronze, de aço inox etc, inclusive com o perfil do homenageado, uma peça que de fato em muito sensibilizará as pessoas homenageadas e aquelas de quem desfrutam respeito e amizade.

Vamos, nesta e em outras páginas deste blog ALFARRÁBIOS DO GENEROSO, passar à sua criteriosa apreciação, alguns modelos que criei e pelo qual fico muito gratificado. E tenho certeza que os homenageados, presentes nesta e em outras vidas, certamente serão gratas pela gratidão da lembrança dos que ficam, e a quem se tornam imorredoura saudade.

Um abraço e conte comigo, enquanto eu aqui estiver, para homenagear a quem você achar que merece.


Esta é uma homenagem a um grande condutor de boiadas, à direita, 
como diz o acróstico, e que ainda está entre nós,
na cidade paulista de Ipaussu. 

SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE REVISÃO DE TEXTOS


 Autor de MEMÓRIAS DE IPAUSSU, SALMOS RIMADOS DE DAVI,
 PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE AMOR (poesias), O CÂNTARO DAS HORAS (poesia); HUMOR MORENO (cronicontos); SEGREDOS DA CRIATIVIDADE LITERÁRIA (AGEBOOK)
etc

NOME:
GERALDO PERES GENEROSO (BRASIL)
http://www.mesadoeditor.com/arquivos/prestador/fotos/1586.jpg
ATIVIDADES:
·         REVISOR - IDIOMA: PORTUGUÊS [BRASIL]

·         EDITOR - LOCAL: BRASIL / IPAUSSU SP

·         GHOST WRITER - IDIOMA: PORTUGUÊS [BRASIL]

INFORMAÇÕES:
AUTOR DE INÚMEROS LIVROS, VENCEDOR DE VÁRIOS CONCURSOS, INCLUSIVE INTERNACIONAIS (ITÁLIA, VENEZUELA E UNIÃO EUROPEIA). SERVIÇOS DE REVISÃO DE LIVROS, JORNAIS, REVISTAS E REDAÇÃO DE PREFÁCIOS E APRESENTAÇÃO DE AUTORES, ROTEIRISTA PARA PROFISSIONAIS E AMADORES DE ARTE E PUBLICIDADE.

CONTATO: braunater@gmail.com

Revisão Ortográfica, Gramatical  (Léxica e Sintática) e de Estilística.
1965 a 2015 - 50 anos de Literatura, e em franca e contínua aprendizagem. 


AO DEUS-DARÁ

                                          O Céu sempre nos enxerga



"Sem DEUS nada faremos, sem NÓS, 
DEUS não fará". (Santo Angostinho)

       A expressão "ao deus-dará" (sic, sim, escrita em letras minúsculas), nos remete à situação de alguém totalmente entregue ao desamparo, ao abandono mesmo, onde nada mais resta a fazer ou a procurar para uma solução.
        
     Mais especificamente, o termo nos remete à carência e limitação, em termos de provimento, até mesmo alimentar, na situação em que se encontram os moradores de rua, patrocinados pela caridade alheia, feita no mais das vezes de crítica e desaprovação.

          Para o cristão, atento aos ensinamentos do Mestre Jesus, essa expressão de desalento, mesmo quando se põe à mostra a falta de tudo: amigos, dinheiro, posses e afetos, ainda assim, não se considera ao mero deus-dará, pois "em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso Ser". 

        Até mesmo quando nadamos de braçada pelos rios da vida, espalmando espumas de glória, êxito, riqueza e todos os demais bens, inevitavelmente são dádivas de Deus. Dádivas que jamais ficam para o dia seguinte.

         Deus sempre doa, e se alguém se sentir desprotegido, amargo, de bolso e coração vazios de qualquer esperança, volte-se para o seu Criador e espere d'Ele a provisão certa na hora exata. 

      Não foi em vão que Jesus Cristo, confirmou, literalmente,  o que antes d'Ele Davi proferiu nas Escrituras> "VÓS SOIS DEUSES". 

      Então, vamos combinar. Fiquemos atentos ao que podemos fazer e coloquemos mãos à obra sobre o dever a cumprir. 

       A partir daí, se nada houver para fazer, se o desemprego chegar, se a conta ficar vermelha no banco e ... seja lá o  que possa acontecer, entremos em oração, ao modo que nosso coração ditar, e 


DEUS DARÁ O QUE FOR PRECISO E...como é costume dele, em excesso à nossa própria imaginação "que olhos não veem e que não subiram ao coração humano".



           









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