A VITÓRIA SOBRE O KARMA

Inicio esta mensagem com uma saudação a uma pessoa de CABO VERDE, que nos deu a honra de acessar estes nossos alfarrábios. Agora inicio o assunto proposto.
 
     Chegamos a um tempo em que devemos priorizar a lei da lógica em todos os assuntos. Mesmo no aspecto da Espiritualidade, se buscarmos bem fundo, a razão não conflitará com a fé em termos absolutos.
 
     A Lei do Karma, que alguns menos informados pensam ser uma pregação espírita, na verdade, mais que isso - como todo o respeito que o espiritismo merece - é bíblica e cósmica. Sobretudo, ela não passou em branco, por sua enorme evidência, nos ensinamentos do próprio Cristo.
 
     O Divino Mestre realmente salvou o mundo da ignorância. Ele ressuscitou dos mortos ao terceiro dia, só que a ignorância insiste em renascer a cada dia e deixar seu rastro de confusão e polêmicas, de argumentos fúteis e revestidos de mentira e irresponsabilidade.
 
   Será que não está mais do que claro que Cristo, em várias passagens bíblicas que seria fastidioso enumerar, não deixou bem claro que a lei do "olho por olho, dente por dente" não leva a nada? E que felicidade, e que gosto - mesmo em termos terrenos - tem a vingança, senão o amargor que resulta em vômito e, não raras vezes, em remorso?
 
  Precisará o Cristo voltar à Terra e repetir tudo o que disse? Porque o que Ele disse é aquilo que Ele disse, e ponto final. Os próprios céus e a terra passarão, mas munca irão passar as palavras do Sermão do Monte, e outras passagens, onde Jesus Cristo pacientemente, até à exaustão, não se cansou de expor a fórmula para se viver uma vida digna de si mesma, pelo fato de ter sido criada por Deus?
 
   Sei que parecem simples por demais de se enunciar  as indicações crstãs para o alcance da Paz Interior. A magia do perdão é a luz que apaga todo e qualquer karma de quem quer que seja. E sei que muitos, com justa razão, hão de replicar: mas perdoar não é fácil. É bem mais cômodo recomendar essa receita do que praticá-la.
 
  Só que esse mandamento do "perdoai-vos uns aos outros", "orai por vossos inimigos" e "amai-vos uns aos outros como Eu vos amei" não tem meio termo. E é até compreensível que humanamente cada ser humano é impotente para perdoar, em suas condições normais na noção de certo e errado. E em nosso íntimo o Cristo nos exorta "não julgueis para que não sejais julgados".
 
    Mas há um caminho para realizar essa transformação em nosso modo de encarar as tantas questões deste mundo material, sedutor e aparentemente certo. É buscarmos no silêncio de nosso coração a imantação de nossa Alma, que é parte de Deus (como diz Jeremias - Jeová é parte minha) e aí, sim, encontramos a luz que dissolve todas as trevas de malquerença ou desejos de vingança.
 
   Fala-se em Juízo Final, onde cada um será julgado segundo o que viveu na terra. Oras, pelo jeito isto demora, porque todo o karma que está sendo gerado entre  tantas pessoas, acaba por criar uma cadeia sem fim de recompensa e punição.
 
  Na verdade, Cristo disse "vós sois deuses".  A carne corruptível realmente tem um fim conhecido cientificamente, pela dissolução inexorável.  Mas e o sopro de Deus que anima toda e qualquer alma, chamada vivente, aonde fica? 
 
   Acredito  vivermos numa época em que passou do tempo de cada pessoa se ajustar ao apregoado por todos os grandes mestres do que depois viraram religiões feitas por homens comuns.
 
  A vitória sobre o karma é uma vitória de Deus em nossa vida. Nisso se resume a sabedoria e a salvaão. Porque conhecimento só, por si mesmo, também tem levado à morte de tantos e tantos inocentes.
 
Haja vista para a indústria bélica com seus gênios a semear viuvez, orfandade e desolação! E isto depois de Jesus Cristo ter dito tudo quanto cada um precisava saber e praticar. A rigor, não se trata de religião.
 
Os evangelhos são tão fiéis à verdade que podem ser testados, sem o mínimo receio, por qualquer pessoa. Até mesmo pelos ateus e descrentes. Precisamos acordar para a possibilidade de deixarmos atrás de nossos passos um mundo melhor, cada vez melhor, a ponto de nos tornar cientes e conscientes da lei de causa e efeito e que, somos nós, cada ser humano, o administrador de nossas causas e, inequivocamente, responsáveis, cedo ou tarde,  pelos seus efeitos bons ou maus.

Não discordo que temos a eternidade pela frente, mas a partir da administração de nossa vida sob a regência da lei cósmica - que é infalível - cada qual pode gozar de uma eternidade melhor a partir deste momento.

A vida está no agora, e é no agora que Deus quer sua ação, porque passado e futuro são meras abstrações. A pressa em ser feliz é minha, sua e nossa. Vamos refletir sobre as palavras de Cristo, independentemente do modo que cada qual de nós O entende.

Há alguns que não crêem que Ele morreu na cruz para salvar os nossos pecados, dado o fato de que o sofrimento ainda é grande (e como!) neste mundo. Contudo, por outro lado, inegavelmente Ele se entregou à morte para pelo amor à verdade sobre as palavras que proferiu em seu ministério.

 Pela competência, singularidade, sabedoria e tantas qualidades que seriam inumeráveis, se Ele quisesse teria destronado o César  muito antes que os bárbaros o fizessem com suas investidas contra o Império Romano.

Ele próprio não chega a negar esta condição, ao afirmar com todas as letras : "O meu reino não é deste mundo". Pelo tanto que ele prezou a verdade de tudo quanto disse, preferiu ser crucificado ao lado de dois ladrões e, por tudo isso, eu acho que um Homem dessa estatura moral merece o respeito e o acato a tudo quanto disse, em particular e em público.

 
 
 
 
 
 

CURA ESPIRITUAL

Ao correr desta semana, foram 31 acessos de páginas em Mianmar [Birmânia], entre outros países, como Hungria, Chile, Estados Unidos sempre presente, Brasil, por razões óbvias, sempre a prestigiar nosso trabalho. Igualmente, pelas mesmas razões, Portugal nos brinda com a leitura destes alfarrábios.
 
Percebo, sem dificuldade, que as pessoas - em sua grande maioria, independente de classes sociais ouo de lugares os mais diversos do planeta, sentem fome de Deus. É este um bom sinal, a despeito do que preconizam os teóricos do materialismo histórico.
 
A cura espiritual sempre acontece, qualquer que seja o meio pelo qual ela se processa. Até mesmo independente de o indivíduo ser piedoso, no sentido de frequentar uma denominação religiosa, o Espírito Supremo que soprou em primitivos gametas - espermatozóide e óvulo - mentém-se atuante no sentido de preservar a vida até que a mesma cumpra o seu ciclo.
 
Há pessoas com dom de cura? Sim, há entre os humanos aquelas pessoas que são, a rigor, nada mais do que antenas que se sintonizam com o  Infinito e promover a harmonia dos corpos e almas de quantos os procuram, até mesmo aqueles desprovidos de fé. Deus sempre responde por conta de sua onipresença.
 
O verdadeiro curador metafísico consegue fazer com sua influência, que o paciente se torne um receptáculo afinado com as forças superiores do Universo e assim milagres acontecem. E o bom de toda essa história é que atualmente muitos milagres estão acontecendo em todos os lugares.
 
 
Os dons espirituais se intercalam na ação de certas pessoas dotadas de dom de cura. O verdadeiro curador, cuja denominação mais própria e atual seria terapeuta, é ele próprio o remédio ou a provisão que se fará presente na vida dos que o procuram. O ingrediente essencial é a fé que de fato remove montanhas.
 
O curador sempre contará com uma aliada indispensável e sempre presente: a Natureza, que é a manifestação de Deus. Sempre que um terapeuta se depara com o sofrimento de seu semelhante, ele não deixa de partilhar o peso da cruz de seu próximo.
 
 Um curador sem amor seria uma contradição de termos, porque a cura é um processo amoroso, que vem de Deus de forma tão natural que nem o próprio  instrumento de cura que procede a terapia entenderia o suficiente para poder explicar a mecânica  do processo de como as curas se dão a qualquer momento em que a fé estiver presente.
 
Assim como uma simples luz ilumina grande parte de uma praça, o terapeuta é uma luz que reflete as benesses do Criador, sempre disposto a nos legar, de acréscimo à própria vida`, as suas bênçãos de saúde, paz e prosperidade.
 
 



RIQUEZA FUNDAMENTAL

Recentemente, um canal de tv aberta mostrou a opulência de Reinaldo, o herdeiro da Galeria Pagé, detentor de uma das maiores fortunas do Brasil e, até mesmo do mundo. Trata-se de uma pessoa relativamente jovem.
 
Revela-se dinâmico, acessível, naturalmente simpático e, o que é mais importante, dotado de um sentido para a vida, nos termos em que Viktor Frankl, considerado  um dos maiores psiquiatras e filósofos do século XX, definiu como ingrediente essencial de felicidade.
 
No caso específico do Reinaldo, ele quer ser cantor. Aliás, ele é um cantor, mas ainda não despontou na mídia e nos espetáculos. Luta para isso, com armas convencionais, ainda que muitas vezes pague auditórios para ouvi-lo. Mas fez, sob esse aspecto de sua vocação, uma declaração muito feliz: "Medalha sem honra enferruja a alma".
 
Há grande número  textos que enfatizam  a relatividade da riqueza. A maioria de tais mensagens se funda em conotação religiosa ou moral. Na oportunidade, minha pretensão é vazar as ideias de forma prática e despretensiosa, nua e cruamente.
 
Bom, já apresentei o Reinaldo, ainda que pessoalmente não o conheça. Mas tudo indica ser gente boa. Possui avião, vários carros, inclusive uma Ferrari das melhores; camaros de várias cores; mansão, um estúdio de som de cair o queixo; um zoológico particular etc e etc.
 
No zoológico há até uma zebra mansa. Entre lindos pôneis (cavalinhos que parecem de brinquedo), ele tem como animal de estimação um carismático tigre, e que passeia com ele pela casa.  A fera é simplesmente linda  e dócil como um cão. Menciono esses luxos desse simpático herdeiro da Pagé para, a partir daqui mostrar como vejo a opulência de um modo pessoal.

Todos esses ingredientes luxuosos e confortáveis são bem mais relativos do que somos levados a supor. Muito do que se  pode fazer o dono desses e outros  bens - de consumo e de capital - nós, que não temos  herança milionária, usufruímos no mesmo nível do que o opulento empresário, candidato a cantor.
 
O dom da visão - que a Natureza gratuitamente confere à maioria das pessoas -  permite ver aqueles objetos de desejo que, em sua quase totalidade nada mais causam de prazer do que o simplesmente contemplá-los. O vê-los também quem tiver olhos fazer-se dono (pelo simples dom de olhar) de todas essas tantas coisas.
 
Não vai aqui nesta exposição qualquer semelhança com a velha conhecida posição da raposa e as uvas. Claro que riqueza traz conforto, vida melhor em alguns aspectos (jamais em todos); mas, quanto à vida (em termos terrenos) tanto ela pode alongar como abreviar os dias dos ricos.
 
O mesmo seja dito com relação aos demais  quatro sentidos de percepção. Tudo o que se tem só se tem pelo dom da vida, que é a única doação que a Natureza  oferece como mãe e, não sei como ou porque,  um dia nos subtrai e  elimina  até mesmo da própria vida em termos terrenos.
 
Se Sócrater ainda estivesse entre nós em carne e osso, seria comum vê-lo nos shopins e grandes magazines a olhar para as vitrines com mercadorias expostas. E acaso nos surpreendêssemos em ver um filósofo como ele, tão voltado para as coisas do Espírito como que hipnotizado por tantos apelos de consumo, certamente ouviríamos a mesma sábia resposta que ele deu aos seus contemporâneos: 
 
      - Estou aqui maravilhado ao ver diante  tantas coisas de que não preciso e que não me fazem a mínima falta.
 
 

COMUNGUE DESTE SEGREDO MILENAR

      Todas as religiões são unânimes em proclamar a onipresença divina. Isso significa que Deus está em toda parte. Só que essa verdade só apresenta algo de efetivo poder na vida de cada pessoa a partir do momento que ela se conscientiza dessa realidade.

      Admito que, em meio a um mundo tão instável e  oscilante, em que se vive (e sempre se viveu) em condições instáveis, pela condição de se estar jungido a um corpo carnal, sujeito a uma gama de influências as mais diversas, nem sempre esta tarefa se resume em um exercício simples de se praticar com regularidade.

     Por conta da configuração humana, há muitos e muitos empecilhos a desviar os olhos de cada caminheiro neste mundo. A própria regência do planeta impõe que cada qual se fixe mais, ou quase que totalmente, em seu lado material.

    Não vai aqui uma crítica, senão que uma constatação a que todo indivíduo se sujeita. E, vale repetir, uns mais, outros menos, mas ninguém está isento de facear com obstáculos pelos passos desta vida terrenal.

   Nem mesmo os seres mais dotados de equilíbrio se podem furtar a momentos de tédio e pessimismo. Até mesmo de descrença e desilusão face aos percalços com que se confronta em determinadas épocas neste ciclo encarnatório.

   A despeito dessa Presença que nunca abandona a qualquer  de suas criaturas, há, sim, momentos cruciais. Cada qual conhece, de cor e salteado, os calvários a que se sujeitou, às vezes solitariamente, no auge de um desespero dos mais severos ao correr dos dias, de forma que nem entendem de como saíram desses escuros abismos para a normalidade da existência.

   São inúmeros os que viram tombar tantos e tantos ao longo dos caminhos, muitas vezes sob o guante de aflições que adejam além da possibilidade de serem postas em palavras. Por tudo isto, há que se compreender os pessimistas e até relevar o ateísmo de tantos e a descrença de muitos. Talvez por isso, Jesus até contou entre as fileiras de seus primeiros discípulos, o apóstolo Tomé que, sem nenhum constrangimento, dizia sempre que precisava ver para crer. E até foi preciso tocar a mão ferida do Mestre para então, e só então, acreditar Nele.

   Mas se permanece a verdade de que Deus está em toda parte, não é menos verdade que está dentro de cada pessoa e nela pode operar a Sua vontade soberana e todopoderosa. E é o bastante para que isso aconteça, manter essa busca de união com o Sagrado. Isto independe de religião, porque religião é um sistema humano. Até necessário e reconhecidamente útil até certo ponto.

   Contudo, as evidências mostram que essa Consciência, esse sentir Deus, só pode acontecer no interior do Espírito de cada um. Já nem digo interior do coração, porque coração é também um órgão físico. É preciso deixar que o Espírito se assenhoreie da carne e prevaleça sobre ela, em que pese a sua inevitável corruptibilidade, assim disposta pela Natureza a todo ente que se possa definir como um ser vivo.

   Pois é sabido, como escreveu Ralph Waldo Emerson, o sábio da Concórdia: "Quando meu coração queima de amor por Ti (Deus), o que me podem ensinar Lutero ou Calvino?". Todas as almas, como ensinou o grande São João da Cruz - tem a sua própria 'noite negra' a atravessar.
 
   Todavia,  mesmo em meio às mais temíveis tormentas desta vida, sempre há um elo a religar qualquer pessoa - até  a que se considere menos digna  entre todas - ao Poder Supremo que a tudo envolve, num halo de luz e poder, quaisquer que sejam as circunstâncias.

   A quem quer que seja a Porta do Infinito sempre estará aberta, de eternidade a eternidade. O Criador a tudo envolve e a tudo quanto criou o fez simplesmente por Amor. É o bastante imergir nessa fonte  sem limites para alcançar a paz junto às águas de descanso e alcançar o refrigério da alma.


    

UM SEGREDO DE VIDA MELHOR

Prezados amigos e amigas, das diversas partes do mundo que prestigiam este espaço. Entende-se por blog como algo pessoal, em que o autor distila seus pensamentos e emoções, sugestões, ideias, sentiemntos etc, de cunho particular.

Sou um burro de carga de leituras e escritas, desde o ano de 1965, quando acordei para a arte, a literatura, a ciência, o esoterismo, a espiritualidade, mormente - e jamais negaria, sou um estudante (eterno estudante) da Ordem Rosacruz - fraternidade não sectária (não é uma seita) onde ao membro é dada toda a liberdade para desenvolver sua própria espiritualidade, sem se apegar a qualquer amarra hierárquica ou algo parecido.

Nesta ocasião, na rara oportunidade que se me oferece, aqui transcrevo uma mensagem do Terapeuta Holístico JOSÉ VICENTE CAMPOS, por entender que estes dizeres são válidos para uma vida melhor a quem se der ao trabalho de pôr em prática estas lições naturais.

Estes dizeres também se afinizam com as instruções do maior mísitco do Ocidente, Joel Goldsmith. Por isso e por muitas outras razões, que em benefício da leitura sequente me abstenho mencionar, eis aqui um tesouro que passo às suas mãos, de forma fraterna, nos melhores votos de Paz, Saúde e Prosperidade. Fiquem, a partir de agora, com o mestre Vicente, e boa leitura (e prática, principalmente).


 
 
         
 
 
 
"O passado é história, o futuro é mistério, e hoje é uma dádiva.
Por isso é chamado de presente!"
(Provérbio Chinês)
 
 
 
Caríssimos Amigos!
        
Primeiramente, quero agradecer a todos que nos ligam ou escrevem sempre com palavras de muito carinho e respeito ao nosso trabalho. Não me é possível atender a todas as ligações ou responder de imediato a todos os emails, mas tenham certeza de que minhas vibrações de amor e fraternidade chegam ao coração de cada um de vocês.  
Como uma das missões de nosso trabalho é colaborar com o aprimoramento pessoal do ser, oferecendo “ferramentas”  que possibilitem a superação de problemas e dificuldades emocionais, espirituais ou de ordem prática, esta semana quero compartilhar com todos, uma prática de autocura chamada Ho’oponopono.
Através desse método havaiana de amor, perdão e gratidão, temos presenciado a realização de verdadeiras transformações tanto em nossas vidas como nas de muitas pessoas que nos contatam. Ela é uma alternativa que, se praticada com determinação e fé, certamente os levará a trilhar um novo e melhor modo de vida. Toda transformação ocorre de dentro para fora!
                                             
Sinto Muito!    Me Perdoe!    Te Amo!    Sou Grato!
Após a leitura do texto que segue, para quem se interessar em conhecer melhor o assunto, basta enviar-nos um email, que remeteremos o  arquivo eletrônico completo disponibilizado gratuitamente pela Ho’oponopono Brasil.  
Que sua semana seja de Paz e Luz e que as radiações do Cristo Cósmico estejam sempre presentes em suas vidas.

Vicente Campos (Rabah Hashy'Hayan)
 
 
 
 
 
 
Você já ouviu falar em Ho’oponopono?
O Ho’oponopono é uma prática havaiana de autocura muito antiga, ressurgida no Havai através Sra Morrnah Simeona Nalamaku, uma Kahuna Lapa'au (mestra de cura), que em 1983 foi reconhecida pelo Estado do Havaí como um tesouro vivo.
 
A palavra Ho’oponopono significa “limpeza mental”, “corrigir um erro” , “tornar correto”.
 
Baseando-se no fato de que todos os nossos problemas têm origem em pensamentos afetados por memórias de experiências do passado, a essência dessa prática libera a vibração dessas memórias de dor e erro, permitindo ao ser  retomar o equilíbrio, a paz e a serenidade interiores, anulando as dificuldades que nos cercam.   O Ho’oponopono é um sistema de cura, de solução de problemas e de transformação interior.
 
Esse caminho é algo realmente fantástico, pois permite  mudarmos, também, o mundo a nossa volta. A partir do momento em que eu mudo minha vida para melhor, automaticamente estou mudando o meu próximo, afinal estamos todos ligados pela mesma essência que é a partícula divina. À medida que eu melhoro, o outro também melhora.
 
Um exemplo disto foi vivenciado pelo psicólogo havaiano Dr. Ihaleakala Hew Len, PhD, que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles.
 
Ao fazer o Ho’oponopono, você pede à Divindade para limpar e purificar a origem dos  problemas que são as recordações, as memórias. No processo, esta energia é libertada e transmutada e o espaço livre é preenchido por Luz Divina.
 
“No Ho’oponopono não há culpa nem sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, nem sua origem. No momento que você nota dentro de si algum incômodo seja consigo ou com qualquer outra pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, pedindo a Deus: “Divindade limpe em mim o que está contribuindo para este problema.”
 
Então, por repetidas vezes, com real sentimento, de forma proferida ou mental, use as expressões: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.”

Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo. Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar a se perdoar. “Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluida, religando você ao Divino. “Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.
 
A partir deste momento, o que acontece é determinado pela Divindade. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terá a resposta quando completamente limpo.
 
Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo, também existe em você, somos todos Um e na medida em que você melhora, o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade.”
Para tudo há solução, e na maioria das vezes, depende somente de nosso livre-arbítrio darmos o primeiro passo.

Muita Paz,
RABAH HASHY’HAYAN

Psicoterapeuta Holístico, Escritor e Jornalista
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"Se nós podemos aceitar que somos a soma de todos os últimos pensamentos, emoções, palavras, atos e ações e que nossas vidas presentes e escolhas são coloridas ou sombreadas por esse banco de memória do passado, então começamos a ver como um processo de corrigir ou configurar corretamente pode mudar nossas vidas, nossas famílias e nossa sociedade. "
Morrnah Simeona Nalamaku
 
"Eu limpo para estar na Presença de Deus. Uma vez lá, a Divindade me dará tudo que é perfeito e correto para mim. Eu só sei isso. Esta é a Meta da minha vida. Se  eu tenho qualquer meta ou objetivo, é estar na Presença de Deus."
Dr. Ihaleakalá Hew Len
 
 

"Não são as grandes pedras ou montanhas que impedem o caminhar,
mas sim as pedrinhas que entram em nosso sapato"
(Rabah Hashy’Hayan)
 
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Terapias Holísticas e
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PRECE INDIVIDUALIZADA TEM EFEITO

Cada um de nós, mais dia menos dia, chega a impasses ante  os quais nossas forças se nos revelam  insuficientes. Viver é alternar-se entre momentos felizes, de expectativas positivas e provas as mais diferentes com as quais  temos que enfrentar, quer queiramos quer não. Essa é a realidade a que ninguém se pode furtar.

Quando lançados a esses desafios - às vezes inesperados - a alguma coisa temos que recorrer. Até os ateus se lançam à busca de recursos para se safarem de situações vexatórias, complicadas que os surpreendem no melhor de seus discursos contra a espiritualidade.
 
 Não acreditam em Deus. Um direito deles. Mas acreditam em alguma solução - científica, política, judicial - seja o que for, para encontrar uma saída ou entrar num melhor estado mental (já que não acreditam em alma).
 
Mas, nesta oportunidade, me reporto aos que buscam o auxílio divino em suas provas existenciais, próprias ou de seus familiares e amigos.
 
Pela vivência nessa área, tenho encontrado pessoas que, a exemplo dos alquimistas da Idade Média, que viviam à busca da Pedra Filosofal (a qual prometia  milagres de eterna juventude e riqueza) - se esfalfam à procura de fórmulas e artifícios para se achegar ao Poder Supremo. Querem algo além da prece ou oração, ou então conhecer o modo apropriado de se estabelecer a União com Deus.
 
Na realidade, não existe nenhuma chave secreta para que o céu se abra a quem o buscar. Mas urge  fazê-lo de forma legítima, a partir de sua própria Alma. Somente cada qual, individualmente, conhece a si mesmo e sabe de cor a sua própria história. Deus atende a cada um a partir de sua própria voz ou mesmo de um profundo gemido.
 
Já existe dentro de cada um de nós essa faculdade de junção com a Força Infinita. Ninguém  em seu lugar pode fazê-lo melhor do que você próprio, pois a partir do fato de que só há um Criador, Ele o proveu de meios para, diante até do impossível, você endereçar-Lhe o apelo de seu coração.
 
Uma prece humilde, sim, mas não de medo ou receio. Não há o que recear para com Aquele que nos criou. Que nos esculpiu do nada e, por conclusão lógica é, em última análise, o único responsável pela minha e pela sua vida.
 
Aprecio muito os dizeres das Escrituras Sagradas. Reverencio-as, sim, mas não a ponto de idolatrar as folhas de um livro, porém sou atento  ao espírito das letras que ela nos instila no coração.
 
Há uma passagem interessante, em que há uma afirmação  no Antigo Testamento, onde se pode ler esta confissão profética: "Jeová é parte minha, diz a Alma".
 
E mais adiante  uma promessa, cuja efetivação depende unicamente de cada um de nós: "Tempos virão em que nenhum homem  precisará atravessar a rua para buscar a Verdade, porque escreverei sobre seus corações a minha lei,  e eles serão o meu povo e Eu serei o Seu Deus."
 
Busquemos, pois, a linguagem de nosso coração - onde Deus escreveu a Sua lei, e usemos de nosso próprio dialeto para alcançar as bênçãos de que individualmente carecemos. Creio não haver outro caminho.
 
 O resto é psicologia, auto-sugestão e apenas religião com rótulos específicos, a soldo de polpudos dízimos e ofertas. Nada contra as Igrejas, mas a verdadeira fusão com o Espírito Supremo, ainda se rege pela lição eterna,  ensinada pelo  Maior dos Mestres: "Entra em teu quarto e, fechada a porta, peça ao Seu Pai que  vê em segredo e Ele vai te ouvir e atender."
 
 

E O PASSADO VOLTOU....


Dos tenros anos vividos no calor dos bancos escolares, guardei e resguardei o mais que pude o melhor desse tempo de minha vida. Como rebroto vigoroso que rebenta em plena florescência, a vida não se resumia num simples ver o tempo passar. A mocidade nos faz incendiar as calorias. Até mesmo, e principalmente, as do coração.

Em meus apenas 18 anos, ainda na descoberta da magia  do amor, o mundo se me fazia encantado ao redor.Principalmente ornado por uma adolescente, em seus trajes de saia azul e blusa branca, bem ao feitio de uma canção que ia dando lugar a outras da então "Bossa Nova".

Todas as músicas me falavam da musa jovem e querida, tão sem igual naquele amor tão simples. Havia canções a mencionar a "garota papo-firme"; "detalhes", e tantas outras. Eu me perguntava como era possível o Roberto e Erasmo Carlos, o Wanderley Cardoso , ou mesmo o Odair José  compor músicas tão coincidentes com os meus sentimentos de então.

 Ao ver a Zenaide, - e sempre a via, favorecido pela condição de  vizinho, - o coração disparava e a voz não saía. Era o amor acontecendo sem acontecer nada, sem ficar ou sair com ela.Ainda assim ,eu experimentava aquele sentimento estranho de a considerar  a minha alma-gêmea. Tudo nela se revelava em graça e ternura:- a voz, o andar, os trejeitos e os olhares furtivos, o modo brejeiro adivinhando ou ciente de quanto era querida.

30 Anos Depois...

Um belo dia, em viagem com meu amigo Hélio Brisola, retornei à cidade onde estudei e debutei o coração nas artes de Cupido. Trinta anos se foram desde que deixei aquele lugar. Já mal conhecia as ruas, apagadas de minha memória.
            Como o carro apresentasse um defeito na correia de ventilação do gerador, optamos por perguntar a alguém sobre a possibilidade de, naquele domingo, encontrar, de preferência por perto, um mecânico que nos consertasse o veículo.

            Uma mulher, do outro lado da rua, mantinha-se de costas para nós enquanto consultava os trocados da bolsa para pagar um sorveteiro. Ao seu lado três crianças, na faixa dos 4 a 6 anos de idade. Chegamos para mais perto à busca da desejada informação.Conferi nas feições algo que me afirmava ser Zenaide. A Zenaide que agora o perpassar do tempo me devolvia, despida de todos os atrativos, a falar com as crianças em tom suave e meigo, que só ela sabia expressar :

            - Julinho, olha a rua. Cuidado. Marisa, você está derramando sorvete no vestido.
             - Vovó, esses homens querem falar com a senhora.

             Era a Zenaide, agora avó, que o tempo cobriu com as marcas de que é useiro e vezeiro.
Olhei pelo retrovisor. Tentava, talvez, enxergar o passado que se evaporara de repente levando a colegial e devolvendo uma anciã.

          Vi apenas meus cabelos ralos e igualmente brancos, como se minha face se postasse a uma janela  para constatar no que resultaram minhas moças ilusões. Desci do veículo e cumprimentei-a . Mencionei o que  desejava e ela nos informou:

            - Meu marido é mecânico . Até se aposentou e agora é autônomo. O difícil será tirá-lo do televisor, mas ele vai dar um jeito pra vocês.
          O bom velhinho, meu ignorado rival,  nos deu expedita solução no conserto do veículo.
          Na despedida, numa imensa saudade de Zenaide, ou quiçá, de mim mesmo, senti rolar grossas lágrimas e me indaguei :           

- Quem disse que o passado não volta ?

 

·        Geraldo Generoso é escritor. E-mail
                                                                                                braunaster@gmail.com

MAGNETISMO PESSOAL NATURAL

Já me conto entre os sexagenários. E como tudo o que se conta ou se pode contar na vida, o tempo existencial, sem exceção, traz vantagens e desvantagens. Por cada vida ser um espetáculo único, e à parte, não me arrisco dizer, de forma genérica, se a infância, a juventude, a idade adulta ou a velhice tenha, qualquer dessas fases, uma vantagem sobre a outra.

Também não abusarei da condição de autor deste blog para sustentar qualquer tese, que não aquela essencialmente subjetiva, sujeita a erros próprios da minha condição humana, sobre esse comparar as várias fases da existência com juízos de valor.

 Particularmente, uma vantagem é inequívoca: por mais que não se queira aprender a viver, todo homem e toda mulher, a partir dos quarenta, aprendeu algumas lições importantes, nem sempre acessíveis aos mais jovens, onde os instintos percutem de forma mais aguçada como é plano da própria natureza.

Seja pelo rude processo de ensaio e erros, seja até mesmo por algumas bordoadas na cabeça ou chutes em algumas partes mais doloridas, o certo é que o aprendizado acompanha, inevitavelmente, em maior ou maior grau, todos os seres humanos.


Uma lição importante, que quando jovem sempre persegui por aprender, foi encontrar o dom de poder contar com uma boa aceitação na sociedade. Quando digo sociedade, não me refiro aqui ao status social das pessoas, mas o de quantas fossem possíveis, independente do grau de instrução, posse ou posição social.

Isso jamais significou qualquer intento de buscar fazer das pessoas qualquer instrumento para meu favorecimento pessoal de qualquer natureza. Nem jamais me dei a estudos de bruxaria ou magia, que em grande parte pode ser debitada ao folclore e reduzida a um denominador comum, fácil de ser entendido.

Mas descobri, sim, não de hoje, que há dias em que estamos mais magnéticos e outros, menos magnéticos em relação ao nosso meio. Isto é fácil avaliar numa cidade de pequeno porte como esta bela cidade em que vivo, Ipaussu, no interior paulista deste meu querido Brasil.

Se é que se pode dizer que haja uma magia para se fazer mais notado e bem aceito, espontaneamente pelas pessoas, creio ser a fórmula exposta por Mahatma Gandhi que - até pouco tempo eu não sabia - foi discípulo de Leon Tolstói, o grande (para mim, o maior ) escritor russo e da literatura universal.

Gandhi pregava manter no espírito a disposição de "não violência". Ainda falando de Gandhi, também há que observar que ele pregou e foi um praticante das normas do Sermão do Monte, que segundo a tradição, foi pregado pelo próprio Cristo.

Mas, a partir daqui, vamos esquecer religião e passemos a um olhar isento para uma análise prática da questão proposta. Nós todos, quando saímos para a rua, jamais o fazemos sem os cuidados higiênicos do corpo. Aliás, isso é até dispensável dizer e se trata de um hábito saudável e civilizado.

Contudo, nem sempre usamos do mesmo cuidado em sair de casa com a alma lavada com as águas da paciência e perfumadas com pensamentos atrativos, positivos em relação à paisagem, às pessoas, aos que nos atendem nos balcões dos bancos e das lojas.

Graças a Deus não estamos em guerra. Ou mesmo que estejamos em conflito - seja em casa ou no trabalho - não interiorizemos nossos problemas; não demos asa para que o pessimismo nos deixe uma marca nos passos e em nosso porte e, menos ainda, em nossos olhos.

A observância dessa higiene interior faz-se sumamente necessária. A rigor, o dinheiro quer nos convencer que é-nos o bastante entregar um cheque assinado, passar um cartão ou depor cédulas e moedas para alguém que nos atenda em qualquer de nossas necessidades.

Isto é um dos fatores que nos vai desumanizando. Torna-nos pessoas de comportamentos mecânicos e robotizados, em prejuízo de nossa suprema emoção de nossa condição de ser humano. A cada  pessoa que vemos, a cada novo dia, que nos seja sempre  uma nova pessoa.

 A biologia explica isso, a física também nos mostra essa realidade e a aritmética nos faz contar que mais um dia está sendo creditado em nosso calendário vital. Cada um de nós é responsável pelo que derramamos em nossos caminhos. Por isso tenhamos sempre presente que o verdadeiro magnetismo pessoal se resume - nada mais nada menos - do que em gostar de pessoas. E isto não há como ensinar aos ingratos e egoístas, cujo preço só eles sabem o quão alto diariamente são obrigados a pagar.

UMA MAGIA CRISTÃ

Muitas vezes, olhamos para os textos sagrados como algo fora da nossa realidade espacial e temporal. Nem sempre nos habilitamos a perguntar o porquê desta ou daquela informação ou sugestão para a nossa vida atual.

A rigor, não faria sentido se não houvesse um sentido prático nos ensinamentos encontrados nas leituras das grandes mentes do passado. E que, na realildade, não são ultrapassadas, pois se lançaram à tradição e ao mesmo tempo são imunes às investidas do perpassar das eras.

É sabido que o pensamento tem poder. Muito se falou nos poderes do pensamento positivo, desde a aurora dos primeiros lampejos da sabedoria, a remontar no primitivo Egito. Se o pensamento é um veículo invisível e intangível, não quer dizer que seja irreal. Pensar é agir.

Na vida, há momentos em quem não temos com que ou com quem contar. Mesmo nesta época de tantos recursos - tecnológicos e humanos - não raro nos advém a sensação de urgência para um clamor a uma força invisível, que possa redirecionar-nos a vida e nos repor no caminho da harmonia e da normalidade.

E Jesus Cristo expressou muito bem esta realidade. Ciente de nossas limitações nos recomendou "orar sem cessar". Porque não é somente nos templos que a oração funciona, ainda que seja um local propício a essa postura. E, de um modo inédito - para a época e para hoje também -, Ele sugeriu que as pessoas se unissem num propósito comum, somando intenções e apelos ao tesouro celeste.

Quando duas ou mais pessoas firmam um pacto em comum, coisas incomuns acontecem. E essa fórmula nem sempre é seguida pela maioria das pessoas. A não ser quando os ditos dirigentes espirituais convencionais querem lotar os seus templos para aumento de arrecadação de ofertas de seus fiéis, pouco se fala sobre a força da união de almas num apelo que se soma de coração para coração para alcançar as alturas celestes.

Aqui fica, pois, esta lição antiga, mas válida em todas as circunstâncias pelas quais se note a necessidade de se voltar para o céu em busca do maná oculto que alimenta o corpo e a alma.
Sejm quais forem os desafios: suprimento, saúde, companhia; em quaisquer que sejam as circunstâncias, sempre procure somar-se aos seus semelhantesm, para fazer da força de sua intenção e prece,  uma egrégora de luz que os faça munido de duas asas em direção ao Infinito Poder.

AUTO-AJUDA QUE MERECE CRÉDITO

Amigos e Amigas. Estive ausente, como perceberam alguns de meus fiéis leitores (que felizmente são em grande número) por conta da ocupação em um livro de pesquisas para compilação de um livro de AUTO-AJUDA. O títiulo é : DE HOMEM PARA HOMEM, - e o subtítulo é Auto-ajuda segundo o Mestre Jesus Cristo.

O livro já está com todo o esqueleto pronto, e mesmo grande parte da musculatura e do sangue, de um tema que, apesar de não ser novo, é de extrema utillidade, mais ainda agora que nos tempos em que foi enunciado.

Na verdade, não se trata de um livro religioso. Se podemos chamá-lo filosófico, não poderá no entanto dele não ser dito que é uma linguagem absolutamente simples calcada em temas lógicos.  Pinçados dos 4 testamentos, o texto será esticado, como quem estica uma gostosa esteira a partir da essência, do fio da meada que Jesus Cristo abriu com suas palavras a respeito DESTA VIDA terrena.

Mesmo em se reportando aos 10 Mandamentos, o que se verifica é que são diretrizes para uso do AQUI e AGORA de cada ser humano.Você irá descobrir, meus leitores do Brasil, dos EEUU, de Portugal, de Moçambique, Filipinas, Vietnan, Alemanha, Áustria, França, e tantos outros países onde há pessoas que me cativam ao serem registradas nas estatísticas, e que nunca as vi e talvez nunca as verei - irão descobrir que para uma boa passagem pela vida (e toda vida é uma passagem) nada melhor do que os ensinamentos de um Mestre que, de fato, provou em vida o que recomendou.

Infelizmente, há muitas coisas que complicam desnecessariamente a vida de milhares de seres humanos na face da terra. O que aprendi desde cedo - e não fui eu quem inventou isso - é que "os nossos atos são os nossos anjos". Apenas uma forma diferente e mais clara para expressar que o que fazemos (ações) sempre provoca reações.  Às vezes, imediatamente. Na maior parte das vezes, de forma mediata, a longo prazo.

Eu tinha o hábito de divulgar o meu blog para "n" contatos dos meus vários e-mails. Não farei mais isto. Virão aqueles que aqui o Poder Superior enviar, e que, tenho certeza, faz parte de um pequeno rebanho. Quantidade para mim significa pouco. Aliás, a quantidade quase sempre prejudica a própria qualidade.

Daqui por diante, vamos dialogar. Falar a mesma língua, quer vc esteja na China ou no Egito (tenho muitos leitores lá, mas o importante é que tenho leitores que se afinizam (ou às vezes discordam) mas me leem, com bondade e carinho.
Grande abraço a todos. Na próxima semana vou aqui inserir algumas ideias sobre esse novo (velho) livro e espero prestar um serviço a um número grande de irmãos e irmãs deste Planeta Azul tão querido e tão belo.
Beijão no coração de cada um de vocês.

JESUS CRISTO FOI CASADO OU SOLTEIRO?


Geraldo Generoso
O que não falta neste mundo é gente afoita por aparecer, lançar dúvidas sobre fatos e feitos históricos. Atrás de todas essas teses absurdas há um motivo explicável: rolam montanhas de dinheiro, auferidas da ingenuidade de pessoas, ávidas por novidades, que é o ingrediente das várias modalidades da mídia mundial.
Don Brown encheu seus cofres com o livro Código Da Vinci. E o mais interessante é que milhões de pessoas pagaram para ler. Se valeu como passatempo, ótimo. Se todas aquelas baboseiras desse autor possa a alguém ter se tornado em tese, isto é mais  do que lamentável, porque respira ignorância usada pela má fé explícita dos caça níqueis.
Vez por outra surgem, nos jornais, revistas, filmes, livros que viram Best-sellers da noite para o dia, que até se cansam em ficar entre “os mais vendidos” o assunto absurdo de que Jesus Cristo teve esposa, outros arriscam que foi amante de Maria Madalena, e assim vai aumentando a fila dos ingênuos em discussões bizantinas.
Graças ao espírito democrático de nossa era, aqui também me totalmente à vontade para juntar o meu arrazoado com referência a esse assunto que, de vez em quando, se faz momentoso, para logo depois sumir como as ondas de praia,  enchendo múltiplos cofres nas mais diversas regiões do globo.
Esclareço que não me baseio no aspecto religioso da questão, pois qualquer que seja a minha crença ela reside na minha esfera pessoal, e seria deselegante querer tomar a mão de qualquer leitor para levá-lo ao meu templo ou ao meu modo de pensar, fosse numa igreja ou num boteco.
Reservo-me tão somente ao aspecto da figura histórica de Jesus a partir do que se pode confiar como registrado na Bíblia judaico-cristã. Independente de qualquer juízo de valor sobre o Velho e o Novo Testamento, uma coisa salta aos olhos de qualquer historiador ou leitor que se preze, se der à leitura dos registros neles contidos.
Em resumo, pode-se dizer que a Bíblia, que na verdade é um conjunto de livros pela própria etimologia, dela podemos dizer com justiça que a mesma não faz média com nenhum de seus personagens.  O limite de espaço me obriga a citar apenas algumas passagens, onde mesmo aqueles que são considerados patriarcas, profetas e homens santificados ali são espelhados em todas as suas arestas.
Oras, se esse documento não deixou de mencionar que o rei judeu Davi mandou colocar na linha de combate, em situação de risco máximo, ao general Urias, para que este, uma vez morto, lhe deixasse a esposa a quem cobiçava. E que tal injustiça foi perpetrada com menção em seus mínimos detalhes, mostrando o pecado de um dos líderes mais consagrados de Israel, certamente, só isso seria suficiente para mostrar que não se faltou com a verdade.
Mas, em passant, temos o próprio Abraão, o patriarca maior, coabitando com a escrava, de quem nasceu seu filho Ismael e, por conta dos ciúmes de Sara, acabou por lançar Agar ao deserto, sem eira e nem beira.
Na passagem de Ló, em que pelo fato de as noras não terem quem as fecundasse, embebedaram o sogro de quem vieram a ficar prenhes do próprio sogro, por um motivo compreensível até, de que era a perpetuidade da raça e, particularmente da espécie.
Em Ezequiel, onde se conta que ele por 3 anos se alimentou de estrume de animais como penitência por sua condição de homem de Deus...
Oras, seria fastidioso enumerar passagens infelizes da Bíblia, histórias dolorosas de uma mulher que cortou a cabeça de um comandante militar a pretexto de salvação do povo em luta.
Bom. Um livro que narra alturas espirituais das maiores e da mais ampla admiração e êxtase para quanto se derem à sua leitura, que interesse teria em não mencionar sobre a esposa ou mulher de Jesus Cristo? Até porque o povo judeu é um dos que sempre levaram muito em conta o fator familiar. Mais ainda naquele tempo, em que o mundo precisava de aumentar o número de habitantes.
Seria até, por sinal, uma história – sob o ponto de vista literário, mais rica e com um tom mais natural e atraente à leitura sabermos nós, leitores desse livro, como era Jesus como esposo, como era sua esposa, se chegou ou não a ter filhos.
 Tudo isso a Bíblia mostraria, até porque não seria até mais normal do que ele não ter contraído núpcias. Como seria interessante para quem quer que haja escrito a história da bíblia contar como teria  sido o enlace do divino mestre com uma mulher, por certo de muitas qualidades, como bem o sabemos o quanto sua mãe Maria é enaltecida, a ponto de ali se constar que ela será relembrada por todas as gerações até o fim do mundo.
Esta objeção ao fato de Jesus ter sido casado daria um livro de muitas páginas, e colocaria na berlinda todas essas ficções que aparecem  com relação ao estado civil de Jesus. A mim não enganam esses ficcionistas que posam de pesquisadores: são exploradores da ingenuidade pública ou da curiosidade frívola de leitores que vivem à procura de pelo em ovo.

COLOQUE SUA FÉ EM AÇÃO

Você e eu ouvimos falar em fé e nos milagres sem conta que ela produz na vida de tantas e tantas pessoas. É fato plausível e natural que milagres acontecem. A própria vida é um milagre. Até mesmo processo não tão poético do processo da digestão nos seres viventes, é um acontecimento tão bem concatenado que pressupõe uma ordem admirável e inimitável pelo saber humano. Até pode ser explicado como acontece, mas é impossível explicar o porquê do porquê que é assim e que é assim que se nos apresenta.

Mas a fé é também algo pessoal. Cada ser humano é um mar de profundeza abissal, e é preciso imergir nessas águas de cabeça e coração para que, ungidos pelo sal desse oceano interior e invisível, alcancemos as dádivas que a fé propicia. Exemplos não nos faltam, mas a tarefa é somente minha e sua. Cada vez que nos dispomos a exercitar a fé, ela é unicamente da pessoa que se apresenta ao infinito e, nessa postura, se despe de sua própria finitude humana.

Jesus Cristo deixou, de forma bem clara, ainda que não vejo com frequência os religiosos de plantão colocarem o teorema divino na lousa dos corações de seus adeptos. O Mestre Divino nos exorta a agradecer "antes mesmo de receber a dádiva", e esta é a prova de fé requerida, a autenticação de nosso pleito à esfera espiritual, sem meias palavras e sem meios termos.

Não é preciso atravessar a rua para se encontrar com Deus. Nem sequer na pessoa daqueles que se postam como deuses, num mundo que clama por tantas coisas - necessárias e supérfluas, mas que causam as mesmas angústias, numa humanidade turbada pela incerteza.

Vamos colocar a fé como ela deve ser posta na mesa de nossa consciência. Em vez de clamar para que isto ou aquilo de bom aconteça em nossa vida ou na vida de nossa família e de nossos amigos, desde agora nos ocupemos em Dar Graças a Deus porque tudo o que há a ser feito já está feito no Reino da Onipresença, Onisciência e Onipotência divinas.

DROGAS SOB MEDIDA

Há tempos tenho ensaiado tratar deste assunto, numa abordagem original. Na tentativa de ser objetivo ao máximo, ainda que o assunto DROGAS resvale num tabu. É uma palavra que soa como algo incômodo, ilícito, até mesmo associado com a marginalidade e, de um salto, para crimes repulsivos, hediondos, e que recomenda como evitável esse assunto tão incômodo quanto tão presente em nossa sociedade.

Para dizer o óbvio, o consumo indiscriminado de narcóticos desaguou num inconveniente ainda mais grave, porque envolveu outro ingrediente perturbador: o dinheiro que oferece poder aos traficantes e todo aparato humano de que eles se servem na manutenção de um negócio assaz lucrativo, isento de impostos, ainda que tenham que arcar com prejuízos de apreensão em massa e se obriguem a uma vida à margem do processo social e econômico do país.

Pelo espaço aqui disposto, meu intento seria expor uma verdade - certamente do conhecimento das autorides sanitárias em geral. O emprego de fármacos antidepressivos e calmantes - embora eu não disponha de estatísticas - pelo pouco que posso constatar, está generalizado. Claro que são as drogas usadas sob prescrição médica e que, haja vista, são eficazes para a saúde mental e emocional de grande número de pessoas.

Havemos de convir que o ser humano é um ente totalmente desabilitado para este mundo em que vive e convive. A mente humana é de uma complexidade inexplicável. Tanto na parte somática quanto na parte psíquica, essa dualidade topa a cada momento, em cada circunstância, com questões que não deixam de causar mal-estar, apreensão, medos, ódios, revoltas, incompreensões, impulsos de toda ordem.

Percebemos, e tanto a neurociência quanto a psiquiatria, em grande parte dos casos patológicos, logra êxitos consideráveis com seus pacientes. O arsenal farmacêutico hoje em dia é realmente muito satisfatório também no aspecto de desarranjos nervosos.

Quero crer que se houvesse uma avaliãção precoce, por parte de profissionais competentes - e os temos felizmente, ainda que não em tão grande número, a partir da Educação infantil um trabalho de aferição das condições psicológicas de nossas crianças, a elas prescrevendo medicamentos apropriados, evitaria que caíssem no fosso da automedicação ou do recurso sugerido pelos traficantes, ou mesmo pelas ditas más companhias.

Acho que é um caso a se pensar e levar em conta, porque as famílias da classe média pra cima, pelo que conheço, normalmente, lá em certa fase da vida, mormente na adolescência, confronta-se com problemas que, se assistidos com o que poderíamos chamar a "droga certa", lícita e adequada, em muitos aspectos faria muito bem às nossas novas gerações. É um caso de se pensar e pôr em prática, porque não adianta tentar liberar a droga, para que os dependentes se automediquem. Estamos vivendo uma era em que prevalece a ciência, cujas mostras de eficiência e valor dispensam comentários.

VOCÊ É O SEU VOTO


Geraldo Generoso
Político desonesto
Muito mal ao povo traz:
Come a carne e deixa o resto
Para nós,  pobres mortais.


É o mais covarde sequestro;
Do ladrão não fica atrás:
Pra se passar por honesto,
Diz que é o que “rouba mas faz”.


Procure antes saber
Quem você vai eleger
Com seu bom senso e razão.


Me perdoe o modo bruto,
Mas ao votar num corrupto,
Você  também é  um  ladrão.
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