P E N S A N D O ...

      



 PENSANDO  EM  
NÃO PENSAR

 EU fico a pensar...
                                                                      Sem pensar
                                                                      Que enquanto penso
                                                                      Ávida a vida  passa
                                                                      Sem que eu pense
                                                                      Que ela passa!

                         A  minha vida

                        É um pseudo pensamento;
                        Por isso penso
                        (sem saber que não penso)
                        Que se não pensasse
E se não ligasse



                     Da mesma forma 
                 a vida passaria 

E um dia

A minha face
E os meus restos
Esconderia







Geraldo Generoso- 1984
Do livro de Poesias do autor
O Cântaro das Horas


O brasão que encima esta postagem saiu da pena en nankin de JOSÉ VICENTE CAMPOS.
Meu amigo VINCENT

POEMA PARA REFAZER-SE

REFAZIMENTO DIÁRIO



S E N H O R, 
o sol do dia que se foi
Esfarelou-se em estrelas,
Para o alto subiu, perto de Vós,
Na abóbada infinita.

Mas, amanhã, pela manhã,
Vossas mãos pacientemente
Juntam uma a uma
Essas lascas de luz
E refaz o sol de um novo dia.

Trarás de volta ao mundo
Toda a claridade ausente
Que na noite dissolveu
Em faíscas de astros.
Iluminarás de novo a Terra 
Com  Vosso lume acostumado...

E como isto acontece tão naturalmente,
Poucos de nós percebemos
A dimensão do Teu milagre.

Reinando sobre os campos siderais.
Quem aqui chegou, a este horto,
De algum lugar provém,

Chega a este porto pelas mãos de alguém,
Mas Quem o mandou,
Não o sabe ninguém!

Ao aqui cair
Sem poder se explicar,

Ou até mesmo por não saber,
Vê o corpo florir
E maturar
Para um dia regressar
E a vida em plenitude usufruir.



LULA E AS LIMINARES


TIÃO CARREIRO - O DEUS CARRANCUDO

ENTREVISTA NA TV CULTURA


          A legítima música brasileira, que se irradiou do cheiro e do orvalho dos cafezais. 

         A moda caipira, misturada à poeira das boiadas e ao grito dos boiadeiros. As canções profundas a falar de amor com cheiro de roça, tudo isso, e muito mais, se encontra fielmente retratado nas vozes de seus grandes intérpretes. 

         Entre eles, Tonico e Tinoco, Tião Carreiro e Pardinho são as expressões marcantes do século XX e que ainda arrastam ouvidos para seus cantos, com os encantos dos pássaros e das florestas. 

          Abaixo, confira, compartilhe e comente esta entrevista do Tião à TV Cultura. Ao correr das canções, em qualquer idioma que sejam ouvidas, elas tocarão a sensibilidade, pela profundeza do sentimento de quem canta, pela harmonia dos instrumentos (viola e violão) e sobretudo pela magia de um Brasil de muitas vozes.


https://www.youtube.com/watch?v=HBV-viF8ohs




Alfarrábios do Generoso: AONDE ESTÁ A PAZ ?

Alfarrábios do Generoso: AONDE ESTÁ A PAZ ?: SINGELO PRESSÁGIO Antes do raiar Deste novo dia Em que sentia O fresco ar Da manhã nascente, Eis que de  repente Entre ...

AONDE ESTÁ A PAZ ?

SINGELO PRESSÁGIO


Antes do raiar
Deste novo dia
Em que sentia
O fresco ar
Da manhã nascente,


Eis que de  repente
Entre o olho e a lente
Algo me impedia
De ver  o que lia
De um livro à frente.




Pensei, "o que seria
Que a visão tolhia
Ler o que eu queria"
Tendo a visão manca
A qualquer contraria.

Eis que, com surpresa,
Cúmulo da ironia
Em lento voo arranca
Uma borboleta branca
A me dar bom dia.



Geraldo Generoso - 










VERSÃO REAL DO MENSALÃO

Sinopse

Neste livro corajoso, independente e honesto, o jornalista Paulo Moreira Leite, que foi diretor de Época e redator-chefe de Veja, entre outras publicações, ousa afirmar que o julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto, por ter feito condenações sem provas consistentes e sem obedecer a regra elementar do Direito segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário.
Os acusados estavam condenados - por aquilo que Moreira Leite chama de opinião publicada, que expressa a visão de quem tem acesso aos meios de comunicação, para distinguir de opinião pública, que pertence a todos - antes do julgamento começar. Naquele que foi o mais midiático julgamento da história brasileira e, possivelmente, do mundo, os juízes foram vigiados pelo acompanhamento diário, online, de todos os seus atos no tribunal. Na sociedade do espetáculo, os juízes eles se digladiaram, se agrediram, se irritaram e até cochilaram aos olhos da multidão, como num reality show.



Este livro contém os 37 capítulos publicados pelo autor em blog que mantinha em site da revista Época, durante os quatro meses e 53 sessões no STF. A estes artigos Moreira Leite acrescentou uma apresentação e um epílogo, procurando dar uma visão de conjunto dos debates do passado e traçar alguma perspectiva para o futuro. O prefácio é do reconhecido e premiado jornalista Janio de Freitas, atualmente colunista da Folha de S. Paulo. Esse é o 7° titulo da coleção Historia Agora, lançada pela Geração Editorial, entre os livros desta coleção está o best seller, A Privataria Tucana.
Ler esses textos agora, terminado o julgamento, nos causa uma pavorosa sensação. O Supremo Tribunal Federal Justiça, guardião das leis e da Constituição, cometeu injustiças e este é sem dúvida um fato, mais do que incômodo, aterrador.
Como no inquietante Processo, romance de Franz Kafka, no limite podemos acreditar na possibilidade de sermos acusados e condenados por algo que não fizemos, ou pelo menos não fizemos na forma pela qual somos acusados.
Num gesto impensável num país que em 1988 aprovou uma Constituição chamada cidadã, o STF chegou a ignorar definições explícitas da Lei Maior, como o artigo que assegura ao Congresso a prerrogativa de definir o mandato de parlamentares eleitos.
As acusações, sustenta o autor, foram mais numerosas e mais audaciosas que as provas, que muitas vezes se limitaram a suspeitas e indícios sem apoio em fatos.
A denúncia do "maior escândalo de corrupção da história" relatou desvios de dinheiro público mas não conseguiu encontrar dados oficiais para demonstrar a origem dos recursos. Transformou em crime eleitoral empréstimos bancários que o PT ao fim e ao cabo pagou. Culpou um acusado porque ele teria obrigação de saber o que seus ex-comandados faziam (fosse o que fosse) e embora tipificasse tais atos como de "corrupção", ignorou os possíveis corruptores, empresários que, afinal, sempre financiaram campanhas eleitorais de todos, acusados e acusadores.
Afinal, de que os condenados haviam sido acusados? De comprar votos no Congresso com dinheiro público, pagando quantias mensais aos que deveriam votar, políticos do próprio PT - o partido do governo! - e de outros partidos. Em 1997 um deputado confessou em gravação publicada pelo jornal Folha de S. Paulo que recebera R$ 200 mil para votar em emenda constitucional que daria a possibilidade de o presidente FHC ser reeleito. Mas - ao contrário do que aconteceu agora - o fato foi considerado pouco relevante e não mereceu nenhuma investigação oficial.
Dois pesos, duas medidas. Independentemente do que possamos aceitar, nos limites da lei e de nossa moral, o fato é que, se crimes foram cometidos, os criminosos deveriam ter sido, sim, investigados, identificados, julgados e, se culpados, condenados na forma da lei. Que se repita: na forma da lei.
É ler, refletir e julgar. Há dúvidas - infelizmente muitas - sobre se foi isso o que de fato aconteceu.

Livro de Poesias de Generoso

PROÊMIO AO LIVRO O CÂNTARO DAS HORAS



            Prova-me a matemática que os números são infinitos.
            Objetivamente a asserção procede. Mas, o que seria do número sem a palavra que o denomina, sem o verbo que o antecedeu no princípio e o conserva como “coisa viva”.
            A palavra antecedeu o número e é, por conseguinte, infinita como ele.
            O presente livro é um atestado de que a Palavra continua. Empresta vida aos sentimentos, perpetua idéias e voeja além próprio.
            Estes pequenos apontamentos versificados remontado ao tempo, destina-se ao grande público. As idéias e sentimentos aqui expressos não tem endereço, à minoria intelectualizadas, mas, isto sim, vieram traduzir, talvez de modo impreciso, aquilo que todos sentimos no mais intimo, ou quiça sonhamos no mais fundo de nossas almas.
            Estes escritos são de temperatura instável : ­ – alegres alguns, tristes outros; simples estes, menos simples aqueles – e buscam, nos matizes de tecer a vida, um raios de luz ou uma nesga de sombra. Mas sempre, como água mansa e límpida, nascida dos vergeis coração. Talvez num desabafo ou  confidência  só inteligível pelo próprio por aqueles, e não são raros, que sabem sobrevoar por sobre a planície do cotidiano e beber nas nuvens a água que o contato das horas incessante semeia sobre os nossos dias.
            Quem prefacia este trabalho é também um Poeta: o Prof. Oswaldo Salles, já em nossa saudade, desde como diretor de escola procurou rimar estrofes vivas, palavras de carne e espírito, que é a de formar nas páginas do amanhã o destino daqueles que hoje,no calor dos bancos escolares buscam o fanal do conhecimento, da cultura e da Educação.
            Possa este livro levar algo de bom e de belo a todos os que lerem, eis minha melhor recompensa.

                                   Ipaussu, 30 de outubro de 1981.


                 
                  O AUTOR

A NOVELA DO SÍTIO E DO APÊ DE GUARUJÁ



LULA : CADÊ O PRETO NO BRANCO


     A mais elementar jurisprudência, já ao tempo de nossos bisavós, afirma que em termos documentais, vale o Preto no Branco, isto é, o que está escrito. 

Mormente em cartório, onde se valida ou se invalida até sobre sermos nós mesmos ou sobre o que temos ou deixamos de ter.

 Principalmente imóveis, onde envolve até ser firmado  em cartório de registro. 

Toda essa polêmica, salta a olhos vistos que, se os imóveis são de Lula, que se faça o que a lei prescreve; 

se não, que se passe para outro capítulo dessa novela ou que venha a própria atração (ou delação). 

A RAIZ DO PROBLEMA


A carta aberta de um 'gringo' ao Brasil
Ana Colombia
Jornalista
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Às vezes, extenuados de tanto ver e analisar as nossas coisas e situações, o mais acertado é ouvir uma opinião de alguém que vê tais situações e coisas pela primeira vez. É o que trago aos leitores desta página, vazado pelas mãos de um "gringo". É um pouco longo, mas não há nenhuma palavra a mais nem a menos. Curta e compartilhe.


"A democracia não resolveu o problema. Uma moeda forte não resolveu o problema. Tirar milhares de pessoa da pobreza não resolveu o problema. O problema persiste. E persiste porque ele está na mentalidade das pessoas. O 'jeitinho brasileiro' precisa morrer. Essa vaidade, essa mania de dizer que o Brasil sempre foi assim e não tem mais jeito também precisa morrer."
Texto escrito por Mark Mason, traduzido por
Fernanda Neute e republicado com autorização
Querido Brasil,

O Carnaval acabou. O “ano novo” finalmente vai começar e eu estou te deixando para voltar para o meu país, os Estados Unidos.

Assim como vários outros gringos, eu também vim para cá pela primeira vez em busca de festas, lindas praias e garotas. O que eu não poderia imaginar é que eu passaria a maior parte dos 4 últimos anos dentro das suas fronteiras. Aprenderia muito sobre a sua cultura, sua língua, seus costumes e que, no final deste ano, eu me casaria com uma de suas garotas.



Não é segredo para ninguém que você está passando por alguns problemas. Existe uma crise política, econômica, problemas constantes em relação à segurança, uma enorme desigualdade social e agora, com uma possível epidemia do Zika vírus, uma crise ainda maior na saúde.


Durante esse tempo em que estive aqui, eu conheci muitos brasileiros que me perguntavam: “Por que? Por que o Brasil é tão ferrado? Por que os países na Europa e América do Norte são prósperos e seguros enquanto o Brasil continua nesses altos e baixos entre crises década sim, década não?”


No passado, eu tinha muitas teorias sobre o sistema de governo, sobre o colonialismo, políticas econômicas, etc. Mas recentemente eu cheguei a uma conclusão. Muita gente provavelmente vai achar essa minha conclusão meio ofensiva, mas depois de trocar várias ideias com alguns dos meus amigos, eles me encorajaram a dividir o que eu acho com todos os outros brasileiros.
Então aí vai: é você.

Você é o problema.

Sim, você mesmo que está lendo esse texto. Você é parte do problema. Eu tenho certeza de não é proposital, mas você não só é parte, como está perpetuando o problema todos os dias.
Não é só culpa da Dilma ou do PT. Não é só culpa dos bancos, da iniciativa privada, do escândalo da Petrobras, do aumento do dólar ou da desvalorização do Real.
O problema é a cultura. São as crenças e a mentalidade que fazem parte da fundação do país e são responsáveis pela forma com que os brasileiros escolhem viver as suas vidas e construir uma sociedade.
O problema é tudo aquilo que você e todo mundo a sua volta decidiu aceitar como parte de “ser brasileiro” mesmo que isso não esteja certo.

Quer um exemplo?

Imagine que você está de carona no carro de um amigo tarde da noite. Vocês passam por uma rua escura e totalmente vazia. O papo está bom e ele não está prestando muita atenção quando, de repente, ele arranca o retrovisor de um carro super caro. Antes que alguém veja, ele acelera e vai embora.


No dia seguinte, você ouve um colega de trabalho que você mal conhece dizendo que deixou o carro estacionado na rua na noite anterior e ele amanheceu sem o retrovisor. Pela descrição, você descobre que é o mesmo carro que seu brother bateu “sem querer”. O que você faz?

A) Fica quieto e finge que não sabe de nada para proteger seu amigo? Ou
B) Diz para o cara que sente muito e força o seu amigo a assumir a responsabilidade pelo erro?
Eu acredito que a maioria dos brasileiros escolheria a alternativa A. Eu também acredito que a maioria dos gringos escolheria a alternativa B.

Nos países mais desenvolvidos o senso de justiça e responsabilidade é mais importante do que qualquer indivíduo. Há uma consciência social onde o todo é mais importante do que o bem-estar de um só. E por ser um dos principais pilares de uma sociedade que funciona, ignorar isso é uma forma de egoísmo.
Eu percebo que vocês brasileiros são solidários, se sacrificam e fazem de tudo por suas famílias e amigos mais próximos e, por isso, não se consideram egoístas.
Mas, infelizmente, eu também acredito que grande parte dos brasileiros seja extremamente egoísta, já que priorizar a família e os amigos mais próximos em detrimento de outros membros da sociedade é uma forma de egoísmo.
Sabe todos aqueles políticos, empresários, policiais e sindicalistas corruptos? Você já parou para pensar por que eles são corruptos? Eu garanto que quase todos eles justificam suas mentiras e falcatruas dizendo: “Eu faço isso pela minha família”. Eles querem dar uma vida melhor para seus parentes, querem que seus filhos estudem em escolas melhores e querem viver com mais segurança.


É curioso ver que quando um brasileiro prejudica outro cidadão para beneficiar sua famílias, ele se acha altruísta. Ele não percebe que altruísmo é abrir mão dos próprios interesses para beneficiar um estranho se for para o bem da sociedade como um todo.
Além disso, seu povo também é muito vaidoso, Brasil. Eu fiquei surpreso quando descobri que dizer que alguém é vaidoso por aqui não é considerado um insulto como é nos Estados Unidos. Esta é uma outra característica particular da sua cultura.


Algumas semanas atrás, eu e minha noiva viajamos para um famoso vilarejo no nordeste. Chegando lá, as praias não eram bonitas como imaginávamos e ainda estavam sujas. Um dos pontos turísticos mais famosos era uma pedra que de perto não tinha nada demais. Foi decepcionante.

Quando contamos para as pessoas sobre a nossa percepção, algumas delas imediatamente disseram: “Ah, pelo menos você pode ver e tirar algumas fotos nos pontos turísticos, né?”

Parece uma frase inocente, mas ela ilustra bem essa questão da vaidade: as pessoas por aqui estão muito mais preocupadas com as aparências do que com quem eles realmente são.

É claro que aqui não é o único lugar no mundo onde isso acontece, mas é muito mais comum do que em qualquer outro país onde eu já estive.
Isso explica porque os brasileiros ricos não se importam em pagar três vezes mais por uma roupa de grife ou uma jóia do que deveriam, ou contratam empregadas e babás para fazerem um trabalho que poderia ser feito por eles. É uma forma de se sentirem especiais e parecerem mais ricos. Também é por isso que brasileiros pagam tudo parcelado.

Porque eles querem sentir e mostrar que eles podem ter aquela super TV mesmo quando, na realidade, eles não tenham dinheiro para pagar. No fim das contas, esse é o motivo pelo qual um brasileiro que nasceu pobre e sem oportunidades está disposto a matar por causa de uma motocicleta ou sequestrar alguém por algumas centenas de Reais. Eles também querem parecer bem sucedidos, mesmo que não contribuam com a sociedade para merecer isso.
Muitos gringos acham os brasileiros preguiçosos. Eu não concordo. Pelo contrário, os brasileiros tem mais energia do que muita gente em outros lugares do mundo (vide: Carnaval).

O problema é que muitos focam grande parte da sua energia em vaidade em vez de produtividade. A sensação que se tem é que é mais importante parecer popular ou glamouroso do que fazer algo relevante que traga isso como consequência. É mais importante parecer bem sucedido do que ser bem sucedido de fato.
Vaidade não traz felicidade. Vaidade é uma versão “photoshopada” da felicidade. Parece legal vista de fora, mas não é real e definitivamente não dura muito.
Se você precisa pagar por algo muito mais caro do que deveria custar para se sentir especial, então você não é especial. Se você precisa da aprovação de outras pessoas para se sentir importante, então você não é importante. 

Se você precisa mentir, puxar o tapete ou trair alguém para se sentir bem sucedido, então você não é bem sucedido. Pode acreditar, os atalhos não funcionam aqui.
E sabe o que é pior? Essa vaidade faz com que seu povo evite bater de frente com os outros. Todo mundo quer ser legal com todo mundo e acaba ou ferrando o outro pelas costas, ou indiretamente só para não gerar confronto.
Por aqui, se alguém está 1h atrasado, todo mundo fica esperando essa pessoa chegar para sair. Se alguém decide ir embora e não esperar, é visto como cuzão. Se alguém na família é irresponsável e fica cheio de dívidas, é meio que esperado que outros membros da família com mais dinheiro ajudem a pessoa a se recuperar.

Se alguém num grupo de amigos não quer fazer uma coisa específica, é esperado que todo mundo mude os planos para não deixar esse amigo chateado. Se em uma viagem em grupo alguém decide fazer algo sozinho, este é considerado egoísta.
É sempre mais fácil não confrontar e ser boa praça. Só que onde não existe confronto, não existe progresso.
Como um gringo que geralmente não liga a mínima sobre o que as pessoas pensam de mim, eu acho muito difícil não enxergar tudo isso como uma forma de desrespeito e auto-sabotagem. Em diversas circunstâncias eu acabo assistindo os brasileiros recompensarem as “vítimas” e punirem àqueles que são independentes e bem resolvidos.

Por um lado, quando você recompensa uma pessoa que falhou ou está fazendo algo errado, você está dando a ela um incentivo para nunca precisar melhorar. Na verdade, você faz com que ela fique sempre contando com a boa vontade de alguém em vez de ensina-la a ser responsável.

Por outro lado, quando você pune alguém por ser bem resolvido, você desencoraja pessoas talentosas que poderiam criar o progresso e a inovação que esse país tanto precisa. Você impede que o país saia dessa merda que está e cria ainda mais espaço para líderes medíocres e manipuladores se prolongarem no poder.

E assim, você cria uma sociedade que acredita que o único jeito de se dar bem é traindo, mentindo, sendo corrupto, ou nos piores casos, tirando a vida do outro.

As vezes, a melhor coisa que você pode fazer por um amigo que está sempre atrasado é ir embora sem ele. Isso vai fazer com que ele aprenda a gerenciar o próprio tempo e respeitar o tempo dos outros.
Outras vezes, a melhor coisa que você pode fazer com alguém que gastou mais do que devia e se enfiou em dívidas é deixar que ele fique desesperado por um tempo. Esse é o único jeito que fará com que ele aprenda a ser mais responsável com dinheiro no futuro.

HOMENAGEM AO DIA DA MULHER

A MULHER  É A METADE 
MAIS 
CARA DA HUMANIDADE

Segundo a tradição, o Creador fez ADÃO, o primeiro homem,   usando apenas um barro, numa mescla  de água e pó. 

Quanto à criação da  mulher, sabe-se que,  na confecção de EVA,  o bom Deus houve por bem, em Seu infinito saber, usar como matéria prima  parte   da costela do homem. 


Lenda ou não, o simbolismo dessa passagem bíblica é muito profundo e o relato em tudo confirma que a mulher é o homem passado a limpo.

Seria exigir demais ao antediluviano  escriba que grafou essas bem traçadas linhas, que ele nos explicasse o que hoje, bem tarde mas nunca tarde demais, que as costelas se traduzem em  algo vital para qualquer vivente: a coluna vertebral. 

A realidade bem confirma esta antiga e singela narrativa, com seu fundo de verdade no dia a dia deste mundo. 

E é de se presumir pela via lógica, que ao retirar do primeiro homem a sua porção feminina, embutida num pedaço de costela, não retirou de Adão toda a sua parte de sentimentos só próprio do elemento feminino. 

Muito tempo depois  vem a ciência provar, no assunto Hormônios:
que todo homem contém, comprovadamente, uma porção, embora bem menor, em necessário contrapeso à bruteza da testosterona a suavidade da progesterona, conhecida como hormônio feminino.

Diz mais a literatura sagrada o Creador executou essa operação com o homem em estado hipnótico. 

E onde qualquer homem encontra mais paz do que no sono, ainda mais tendo como hipnotizador o próprio Deus? 

É o bastante para dizer que a mulher nasceu de seu par em estado de absoluta serenidade, sem nenhuma dor ou incômodo que toda criação demanda.

Por tudo isto, e por muito mais que se poderia dizer, sem dúvida alguma, a mulher é a personificação da coluna vertebral de todo homem, que nos fez evoluir das eras cruas do tacape para a beleza da poesia da vida , sem o que o mundo  não tem sentido.




Gê Generoso, aos  8 de março de 2016.




DEUS É TUDO


ESCOLA UNIDADE DE CRISTIANISMO U.S.A



Escola Unidade  de cristianismo

por Matt Slick      Tradução para o Brasil: GERALDO GENEROSO
Fundadores : Charles e Fillmore Myrtle (m. 1931)
Sede : Lee s Summit, Missouri
Associação : Mais de 1 milhão de pessoas
Origens: Unidade começou em Kansas City, em 1889. Tanto Charles (um espírita sem fundo cristão) e Myrtle (gerada Metodista) estiveram envolvidos com a ciência cristã e alegou que os princípios da ciência cristã levaram para curas em suas vidas. 

No entanto, eles discordavam com a doutrina da ciência cristã que a questão não é real. Eles se separaram, ensinaram a realidade da matéria (ciência cristã nega a realidade da matéria) e adicionaram, entre outras doutrinas, a crença na reencarnação. Charles ainda acreditava que ele era a reencarnação de Paul o apóstolo. 

Os Fillmores estudaram o hinduísmo e teceram  muitos de seus outros princípios em sua filosofia à medida que crescia sua nova religião. A unidade é um culto de ciência de mente.

Doutrinas: unidade escola do cristianismo que nega a
Trindade a divindade de Jesus , a personalidade da Espírito Santo , a necessidade da expiação de Jesus por nossos pecados, céu, inferno, pecado e a existência do diabo. Unidade ensina reencarnação. 


"O segundo nascimento é que  'colocamos em Cristo.' É um processo de transmutação mental de ajuste e corpo que ocorre aqui na terra." Eles são em grande parte, vegetarianos. Ela ensinaexperiência, que  se você está "em sintonia" com Deus, é mais preciso e confiável do que a Bíblia. Deus, porém, é uma consciência universal divina. Homem é uma parte do que é a Consciência divina e, portanto, divino por natureza.
Unidade separa Jesus,  de Cristo dizendo que Jesus era um homem, mas que todos possuímos a Consciência Crística dentro de nós. Cristo é a uma ideia completa do homem perfeito e a mente divina. Expiação é a reconciliação de nossas mentes com a mente divina. 

Diz que o Espírito Santo é um poder latente dentro de cada um de nós.
"Problemas" desaparecem quando você pensa corretamente, ou seja, quando você pensa de acordo com os princípios da mente divina, como revelado na unidade. Deus está dentro de todos nós, bem como criação. "Sono de Deus nas rochas. Deus se agita nas flores. Deus desperto no homem." Todos são filhos de Deus, e Jesus  simplesmente veio  aqui para nos mostrar que nós, como filhos de Deus, podemos fazer. A Unidade  nega que Jesus é Deus em carne e que ele é para ser adorado. "Mas porque ele permaneceu em um estado elevado de consciência espiritual, ele se tornou o Messias ético do mundo".
A seguir estão citações do livro de Charles Fillmore, Christian Healing, Unity School of Christianity, unidade vila, MO. Eles estão no final de cada capítulo em seu livro e servem como pontos de meditação e summarizations.
1. "Deus é o nome do meu bem" (p. 17).

2. "Deus é está presente em todos  os lugares  em qu eu viver, mover e ter o meu ser" (p. 17).

3. "Eu sou o filho de Deus e o espírito do Altíssimo habita em mim" (p. 29).

4. "Eu sou o único filho, habitando no seio do Pai" (p. 29).

5. "Eu sou o Cristo de Deus" (p. 29).

6. "Eu e meu Pai somos um" (p. 29).

7. "Eu sou um com a Alma Universal" (p. 29).

8. "Deus é bom e Deus é tudo, portanto, me recuso a acreditar na realidade do mal em qualquer de suas formas" (p. 60).

9. "Minha perfeição agora é estabelecida na mente divina" (p. 83).

10. "Mantendo a mente na  realidade das coisas espirituais, mantenho-as  em mente..--tornam-se substância mental" (p. 84).

11. "Eu vejo a luz da Consciência Crística sempre" (p. 106).

Publicações : MENSAGENS PARA A VIDA DIÁRIA  é boa leitura.  Existem muitos outros escritos, alguns dos quais são "Mistérios do Gênesis" e "Christo  cura" ambos por Charles Fillmore.
Comentários : No Brasil, a ASSOCIAÇÃO UNIDADE DE CRISTIANISMO, situa-se na Avenida Angélica, 2436 - Apto 112 - XWP 01228-200 - São Paulo -SP
FONES 11. 3255-0791 ou 3257-1808

A Prisão do Homem

Quinta-feira, 25/2/2016
Amigos, não resisti em replicar este texto tão lúcido, e ao mesmo tempo tão assustador de Eugênio Christi


A Prisão do Homem
Eugênio Christi 
 

Há muito o homem vive preso. Contudo, pensa estar livre, que decide tudo em sua vida e que vive numa democracia. Mas ele vive preso em amarras que não consegue enxergar; ou talvez nem queira enxergar mesmo.

Muitos tutores, depois de terem embrutecido a imensa maioria da humanidade como se fosse um gado doméstico, para que não ouse dar nenhum passo fora de suas diretrizes, mostram a ela o quão perigoso é tentar andar sozinha. Isto eles fazem mediante armas poderosas, como a mídia, a cultura deturpada, crenças religiosas divergentes, guerras e outras tantas coisas mais.

Já no séc. XVIII o filósofo Kant afirmava que existe uma menoridade racional, uma situação onde um indivíduo qualquer deixa de fazer uso de seu próprio entendimento para unicamente seguir a direção dos outros. A não ser que venha apresentar alguma debilidade mental ou qualquer outra disfunção cerebral, cada um é o próprio culpado dessa menoridade, principalmente devido à falta de coragem de servir-se de si mesmo sem a direção da astúcia alheia.

A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma tão grande parte dos homens permanece menor durante toda a vida, esperando que tutores deles tomem conta, ora levando-os até as margens tranquilas de uma pseudo-segurança, ora levando-os em direção ao matadouro cruel da autodestruição.

Aqui já posso delinear um dos maiores problemas que assolam a mente humana. Desde que se tem notícia ou relatos da atividade humana neste planeta, o homem entrega seu poder aos outros. Sempre está delegando poder aos outros na vida pública, na vida religiosa e por vezes até na vida individual.

Viver sob a tutela de outras pessoas tornou-se quase como uma segunda natureza da qual muitos temem se afastar. A maioria dos homens prefere deixar que os sacerdotes e pastores pensem por eles os assuntos religiosos e espirituais; que os políticos decidam por eles as decisões a serem tomadas nas assembleias públicas; ou seja, lavam as mãos no que concerne à direção de suas vidas individual e coletivamente. Sempre que uma posição lhes é cobrada, preferem se manifestar por meio de fórmulas pré-estabelecidas e preconceitos que os mantêm em condição inferior, como correntes que os impedem de caminhar firmemente. Se por acaso ocorrer algo errado a culpa fica sendo dos tutores e não das pessoas “comuns”.
Até Deus e o Diabo acabam sofrendo acusação de serem os culpados de muitas atrocidades humanas. Nestes Arquétipos Cósmicos os humanos projetam seu alter ego, fugindo assim de sua responsabilidade nos trâmites da vida.

Tolstoi já refletia sobre esta questão, de que a massa abdica de seu poder em favor de outro. Ele ficava perplexo por as pessoas não entenderem isso. Como os camponeses russos, após se juntarem ao exército do Czar, estavam dispostos a matar outros camponeses russos, talvez até seus pais e irmãos — simplesmente para cumprir as ordens do Czar? 

Por isto Tolstói publicou A Letter to a Hindu (Carta para um hindu), descrevendo a opressão da Índia pela Companhia Britânica das Índias Orientais. Tolstói escreveu:

 “Uma empresa comercial escravizou uma nação composta de 200 milhões de pessoas. Diga isso a um homem sem superstições e ele não vai nem entender o sentido de tais palavras. O que significa 30 mil pessoas, não atletas, e sim pessoas comuns e fracas, escravizarem 200 milhões de pessoas vigorosas, inteligentes, capazes, que amam a liberdade? Os números não deixam claro que… os indianos escravizaram a si mesmos?”.

O destinatário da carta que Tolstói escreveu era Mahatma Gandhi.
Retirado do livro O Despertar dos Deuses. Para quem quiser baixar o livro deste texto, eis o link: BAIXAR LIVRO 
Eu Sou Eugênio Christi 

Postado por Eugênio Christi

ANTE OS DRAMAS DO MUNDO



Por onde quer que se ande pela terra,
Vemos  a cada palmo, a cada instante,
A paz ausente e, no furor da guerra,
A dor da Terra com os seus viventes !
Cada qual faz o céu sempre distante
E mais gritante a vida em meio às gentes.
Ante esse quadro assustador e horrendo
Há alguém a criar no mundo crendo.

Há gritos de presídios e hospitais !
Há gritos de miséria longe e perto,
Há solidão e luto em tantos ais,
Na travessia deste chão deserto.
Além do tempo incerto  a luz e a paz.
Onde se esconderá o amor  por certo?
Ante esse quadro, de dor feita à custa,
Há alguém a criar, que não se assusta.

Milhões de vozes a exprimir carência,
Hordas famintas sem  teto nem pão;
É infausta e malograda a experiência
Desta seqüência de um viver em vão
Que não foi  explicado pela  ciência
Nem resolvido pela religião.
Ante esse quadro que nos desalenta
Há alguém acima que ao amor sustenta.

Quem será esse alguém, presente e oculto,
Que ainda crê e em criar persiste?
Que a cada instante as marcas de seu vulto
Se expressam num semblante, alegre ou triste!
Mas sempre criativo, infante ou adulto
Está no homem esse alguém que existe
E quer, como Ele, nos fazer criadores
De um novo Éden e, de nós,  senhores.


03-12-2002








ISRAEL, O DESAFIO DO POVO ELEITO

Para mim, o Povo de Israel é um mistério. Não reluto em acreditar que se trata de um povo eleito. Ou, pelo menos, diferente essas pessoas são. E diferentes de uma forma claramente positiva.

Como pessoas, obviamente estão sujeitas a toda sorte de fraquezas humanas, de que todos e cada um de nós, somos portadores. São fartos os registros de que mesmo alguns judeus, de reconhecido valor espiritual, muitas vezes falharam.

Davi quando cobiçoso da mulher alheia, colocou em linha de frente o general Urias para que morresse em combate, por sua própria causa, a fim de se apossar da esposa daquele fiel servidor.

Mesmo o Profeta Eliseu, investido de uma espiritualidade que tocava os céus, no que entendo, a ser verdade que fez sair uma fera do mato para devorar alguns garotos que o chamavam de calvo (e ele careca mesmo); 

Isso me leva às vezes a relevar certos deslizes que cometo, e entendo, sem julgar a quem quer que seja, (e quem sou eu para isso?) mas me faz o benefício de compreender o quanto, enquanto humanos, somos limitados.

Mas aí vem a realidade do Holocausto, com aa morte, e pior de tudo, com a tortura extrema, para 6 milhões de judeus, sem que, até hoje, se prove nada mais do que a loucura de Hitler, e mais ainda, daqueles que com ele perfilaram e aplaudiam suas doidices assassinas.

E apesar de tudo, o povo judeu continua sua luta. Portam uma chama que não se apaga e, ao que deduzo, exatamente por serem muito afeitos ao que fazem, exigentes para consigo mesmos ao extremo, eles brilham. E esse brilho causa inevitável a inveja de meio mundo contra eles.

A gente pega os prêmios Nobel, de todas as categorias, lá estão eles em maior número. Seja literatura, seja ciência, seja lá que atividade for. 

E digo mais, ao se espalharem pelo mundo, aonde vão levam uma bênção sem precedentes. Mesmo em minoria, eles acabam por influenciar a tudo e a todos com quem convivem. 

Vão para o Egito, e no fim da história, há que ser o judeu José a governar e evitar que a nação sofresse por reveses os mais graves e talvez irreparáveis.

Na Espanha, quando o  rei e a rainha, já em tempos mais próximo de nossa era, não sabiam o que fazer com as finanças do país e do povo.  

Injustamente até, por cômoda desculpa, julgavam que a causa da economia em frangalhos fosse a presença judaica, eis que tem que recorrer a Isaac Abravanel (ascendente judeu do nosso Silvio Santos) para pôr a casa em ordem.

Seus hábitos, seus costumes e sua tradição sempre fizeram o melhor por onde quer que andaram e, até hoje, por onde quer que andem.

Ao contrário do que se propala, eles não são um povo voltado para comércio ou finanças. Obrigaram-se a isso por conta do próprio mundo. Na verdade, o povo de Israel gosta, ama de paixão a agricultura e a pecuária.

 Os seus famosos kibuts que o digam, numa terra madrasta de quem eles arrancam o milagre regado a esforço e exercício de neurônios, numa dedicação exemplar que a todos nos assombra.




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