NÃO ENTENDO, MAS CREIO

IDA E VOLTA


No escrínio do peito
É onde reside a essência
Com que a Onipotência
Nos criou ao Seu jeito.

Divagar, sem rumo,
É, em resumo
Em teorias sobre o Além
Uma mesma forma que se tem
 De se ir também
Entre o mal e o bem.

Busquemos  muito além
Das palavras,
Sentir, da própria vida,
A essência, como lavas
De um vulcão em terra adormecida.

Não é possível definir jamais
Esse mistério imenso
Desse Ser de paz além dos nossos ais,
Que jaz além do  nosso humano senso

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